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Porto Alegre, quarta-feira, 10 de agosto de 2016. Atualizado às 13h08.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

De Olho na tevê

Notícia da edição impressa de 10/08/2016. Alterada em 09/08 às 23h15min

Sob cuidados intensivos

O Inter está na UTI do Brasileirão, certo? Detentor de uma impressionante sequência de 11 jogos sem vitória, com sua diretoria passando insegurança, ao grupo e à torcida, tomando decisões desastradas, onde mais o clube poderia estar? A boa notícia é que o presidente conseguiu que Ibsen Pinheiro e Fernando Carvalho aceitassem ajudar nessa hora difícil. A má é que o cirurgião Celso Roth goza de crônica antipatia entre os colorados, que não se esquecem do vexame contra o Mazembe.
Desprezo pelo ídolo
Há menos de um mês Falcão era o técnico ideal para o Inter, tanto que foi contratado. Cinco jogos depois, ele deixou de ser. O que mais me impressiona é a capacidade do presidente colorado de errar tanto em tão pouco tempo. Desde Diego Aguirre ele vem escolhendo não o treinador que deseja, mas sua terceira ou quarta opção. Desta vez mexeu com um ídolo, não lhe deu tempo de remendar o time, faltou com o respeito a quem a torcida reverencia. Alguém consegue conviver com tamanha falta de convicção?
Pelo menos parou de perder
Nem mais uma arbitragem amiga evitou que o Inter cumprisse seu 11º jogo consecutivo sem vitória. Se Nico López e Ariel jogam apenas o futebolzinho que estão mostrando, então todo o esforço para contratá-los terá sido em vão. E o time seguirá no nível que o conduziu a essa assustadora situação: reside a apenas dois pontos da Z-4, sem falar que Figueirense e Botafogo têm um jogo a menos e podem ultrapassá-lo. Uma coisa é certa: o Cruzeiro, nas mãos de Mano Menezes, subirá como um foguete, abrindo uma vaga na Z-4. Que ela não seja do Inter!
Perto de mais um fracasso
Bastou uma entrevista para que o técnico Rogério Micale convencesse parte da mídia de que a seleção olímpica não precisava de Tite, que ele poderia ficar a distância. Após dois jogos lamentáveis, sem marcar um golzinho sequer e com uma precoce desclassificação à espreita, o Brasil decide hoje, contra a Dinamarca, sua sorte na Olimpíada. O grupo de jogadores é bom, qualquer um deles seria desejado por grandes clubes, então por que não jogam? Falta vontade ou falta comando? Empatar com a África do Sul, bem, era a estreia, coisa e tal. Mas com o Iraque, foi demais.
Uma vitória indispensável
O Grêmio não pode reclamar de nada, com dias a fio para treinar, descansar e esperar o Corinthians, um rival que precisará derrotar no domingo. Até agora, sempre que perdeu pontos - em tese, fáceis -, seus concorrentes foram solidários, perderam também. Menos o Galo, que engatou uma série de cinco vitórias seguidas e, a cada jogo, demonstra o que aqui se diz desde o início: tem o melhor elenco do Brasileirão. A disputa é acirrada como nunca se viu: o returno começa com os seis primeiros como candidatos à Libertadores, além de Atlético-PR e até mesmo o São Paulo.
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Comentários
Dorian R. Bueno 10/08/2016 10h02min
O PROBLEMA DO COLORADO, NÃO É NA EQUIPE DE CONSELHEIROS !!!nnEstou tentando entender o que poderá repercutir de positivo lá dentro do campo, a união dos conselheiros do INTERNACIONAL, já que apenas pagam um pouco mais para ter este status no clube.nnCaso seja para fazer uma grande vaquinha gerando BIXOS em DIN DIN por produtividade aos jogadores, poderá ser uma medida que vai brilhar muito mais nos olhos dos atletas.nnOs conselheiros depois de eleitos são estrelas de bastidores por ter poder de votos e alguns benefícios, mas acredito que poderá ser salutar esta união para controlar as críticas.nnQuero continuar crendo que o grande problema do INTERNACIONAL no campeonato, não seja por aí, tendo em vista que os conselheiros não são atletas remunerados, não treinam, não concentram, não jogam e o pior, o técnico nunca escuta eles.nnBoa sorte ao Celso Roth e seus novos jogadores.nnAbs. Dorian Bueno Google +, POA, 10.08.2015n