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Porto Alegre, quarta-feira, 10 de agosto de 2016. Atualizado às 19h52.

Jornal do Comércio

JC Logística

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Aviação

Notícia da edição impressa de 11/08/2016. Alterada em 10/08 às 19h23min

Sem verba, 60% da frota da FAB parou

Em 2016, os pilotos não voarão 100 mil horas, quase 35% menos do que o mínimo de 150 mil horas/ano necessário para manter a operacionalidade

Em 2016, os pilotos não voarão 100 mil horas, quase 35% menos do que o mínimo de 150 mil horas/ano necessário para manter a operacionalidade


EVARISTO SA/AFP/JC
Os cortes no orçamento obrigaram a Força Aérea Brasileira (FAB) a deixar mais da metade da frota de aviões no chão. Hoje, dos 600 aviões que a Aeronáutica dispõe, apenas 250 estão prontos para emprego, ou seja, 41%. Outro problema é a disponibilidade de recursos para a Força Aérea voar. Em 2016, os pilotos não voarão 100 mil horas, quase 35% menos do que o mínimo de 150 mil horas/ano necessário para manter a operacionalidade. Em 2015, a cota já havia caído para 130 mil horas.
De acordo com o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossatto, o câmbio e o aumento do querosene de aviação foram dois fatores que "afetaram tremendamente" o orçamento da FAB. Essa redução, disse, tem reflexos diretos no treinamento dos pilotos, no apoio que a Aeronáutica dá ao Exército e à Marinha e no suporte às atividades dos governantes.
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