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Porto Alegre, domingo, 28 de agosto de 2016. Atualizado às 17h32.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

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Opinião

Notícia da edição impressa de 29/08/2016. Alterada em 26/08 às 19h27min

Crise não deve desacelerar o mercado de apps

Rafael Costa
Pedir um táxi e comida pelo celular já faz parte do dia a dia de muitos brasileiros. Apesar de afetar sistematicamente a economia tradicional, a crise econômica demonstra sinais de que não deve chegar tão cedo ao mercado de aplicativos, uma vez que hábitos como os mencionados acima estão ganhando cada vez mais força. Essa visão é corroborada pela consultoria App Annie, que, em pesquisa inédita, apontou estimativas de crescimento de 44% em receita e 33% em downloads para o segmento no País, em 2015.
O resultado mostra claramente que o setor é um dos únicos que tem cumprido a promessa de crescimento espetacular feita por economistas há cinco anos para a economia brasileira. E as previsões para o futuro também são otimistas. Estudo da Associação Brasileira de Serviços On-line para Off-line (ABO2O), indica que o volume de transações tem potencial para alcançar faturamento de R$ 1 trilhão até 2020. Somente no ano passado, os downloads de apps O2O - modelo de negócio que utiliza canais on-line para oferecer produtos e serviços off-lines - cresceram em média 1576%.
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