Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 11 de julho de 2016. Atualizado às 17h24.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Operação Lava Jato

11/07/2016 - 17h24min. Alterada em 11/07 às 17h24min

STF marca datas para depoimentos contra Cunha em ação penal na Lava Jato

O Supremo Tribunal Federal (STF) escolheu as datas para ouvir as testemunhas de acusação na primeira ação penal aberta contra o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Lava Jato. Ao todo, onze pessoas indicadas pelo Ministério Público Federal passarão a prestar depoimentos a partir de 21 de julho e terminarão em 8 de agosto.
A ação penal se refere às investigações apontando que Cunha recebeu US$ 5 milhões de contratos de compra de navios-sondas com a Petrobras. A prefeita de Rio Bonito e ex-deputada Solange Almeida (PMDB-RJ) também responde neste processo por atuar a mando do parlamentar na Câmara e pressionar as empresas a fazer o repasse da propina prometida.
O primeiro a ser ouvido será o doleiro Alberto Youssef. A oitiva deverá ocorrer no Paraná, onde ele está preso. Em seguida, no dia 25 de julho, a Justiça baiana deverá ouvir o deputado federal Sérgio Brito (PSD-BA). O ex-diretor de informática da Câmara, Luiz Antônio Souza da Eira, prestará depoimento no STF no dia 28.
Também serão ouvidos o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, o doleiro Fernando Antônio Falcão Soares (o Fernando Baiano), o ex-sócio dele, Sérgio Roberto Weyne Ferreira da Costa, o ex-sócio de Youssef, Leonardo Meirelles, o lobista Júlio Camargo e dois motoristas dele, Paulo Roberto Cavalheiro da Rocha e João Luiz Cavalheiro Soares.
Cunha é alvo de uma segunda ação penal no STF, referente à manutenção de contas ilegais na Suíça que teriam sido abastecidas com recursos desviados da Petrobras. A denúncia refere-se a um esquema de corrupção que desviou recursos do fundo de investimento do FGTS e de outros três inquéritos no âmbito da Lava Jato. Há ainda pedidos para que ele seja incluído em outros dois inquéritos sobre o esquema.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia