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Porto Alegre, quarta-feira, 06 de julho de 2016. Atualizado às 08h30.

Jornal do Comércio

Política

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crise política

06/07/2016 - 08h30min. Alterada em 06/07 às 08h30min

Cardozo fará leitura de defesa de Dilma na Comissão do Impeachment

Cardozo deve reforçar a tese de que os atos pelos quais a presidente afastada é acusada não configuram crime

Defesa de Dilma será feita por escrito e lida por José Eduardo Cardozo, seu advogado


JOSÉ CRUZ/ABR/JC
Agência Brasil
A Comissão Processante do Impeachment do Senado ouve nesta quarta-feira (6) a defesa da presidenta afastada Dilma Rousseff. Ontem (5), por meio do Twitter, Dilma informou que não comparecerá à sessão. Sua defesa será feita por escrito e lida por seu advogado, José Eduardo Cardozo. "Estamos avaliando a minha ida ao plenário do Senado, em outro momento", afirmou Dilma.
"Acredito e luto todo dia para meu retorno. Não só pelo meu mandato, mas pelo resgate da democracia", escreveu ainda Dilma em sua conta na rede social.
Ontem (5), os senadores ouviram os peritos assistentes da defesa e da acusação que analisaram a perícia feita por técnicos do Senado na qual foi apontada ação da presidenta afastada Dilma Rousseff em decretos, mas não identificou ações que comprovem crime de responsabilidade nas chamadas "pedaladas fiscais".
O cronograma da Comissão do Impeachment prevê que entre os dias 7 e 12 de julho a acusação apresentará as alegações finais. Entre os dias 13 e 27 de julho, caberá à defesa enviar os argumentos finais. A partir daí até 1º de agosto, o relator Antonio Anastasia (PSDB-MG) poderá elaborar o parecer sobre o caso. Ao meio-dia do dia 2 de agosto, o parecer será lido na comissão, para discussão no dia seguinte e votação no dia 4.
Na sexta-feira, dia 5 de agosto, será feita a leitura do parecer da comissão no plenário do Senado, abrindo prazo para que no dia 9 de agosto seja votada a pronúncia - formalização da acusação contra a petista por crime de responsabilidade - e o parecer que vai indicar se ela deve ou não sofrer o impeachment. Caso a pronúncia seja aceita, o julgamento final de Dilma no Plenário do Senado deve ocorrer no final de agosto.
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