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Porto Alegre, sexta-feira, 01 de julho de 2016. Atualizado às 07h53.

Jornal do Comércio

Política

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Operação Lava Jato

01/07/2016 - 07h44min. Alterada em 01/07 às 07h53min

PF prende Lúcio Funaro, lobista amigo de Eduardo Cunha, e faz buscas no JBS

 SP - OPERAÇÃO BOCA LIVRE/LEI ROUANET - POLÍTICA - Movimentação de agentes da Polícia Federal na sede da PF no bairro da   Lapa, na zona oeste de São Paulo, na manhã desta terça-feira, 28. A   Polícia Federal deflagrou, em conjunto com a Controladoria-Geral da União,   nesta terça-feira, 28, a Operação Boca Livre. O alvo da ação são fraudes   na Lei Rouanet. No total, 124 policiais federais e servidores da   Controladoria Geral da União cumprem 14 mandados de prisão temporária e 37   mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito   Federal, todos expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal em São Paulo.    28/06/2016 - Foto: RAFAEL ARBEX/ESTADÃO CONTEÚDO

Agentes da PF fazem buscas no grupo JBS, após delações do ex-vice-presidente da Caixa e ex-diretor do Hypermarcas


RAFAEL ARBEX/AE/JC
A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta sexta-feira (1) em nova fase da Operação Lava Jato, o empresário Lúcio Bolonha Funaro, amigo do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Funaro é suspeito de achacar grandes empresas com a participação do parlamentar.
Esta nova etapa da Lava Jato também faz buscas no grupo JBS. A ação da PF tem origem em duas delações premiadas: a do ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto e a do ex-diretor de Relações Institucionais do Grupo Hypermarcas Nelson Mello.
Uma delação premiada, firmada com a Procuradoria-Geral da República, aponta o suposto repasse de propinas milionárias para senadores do PMDB, entre eles o presidente do Congresso, Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Eduardo Braga (AM).
Nelson Mello afirmou em seu depoimento aos procuradores que pagou R$ 30 milhões a dois lobistas com trânsito no Congresso para efetuar os repasses. Lúcio Bolonha Funaro e Milton Lyra seriam os responsáveis por distribuir o dinheiro para os senadores.
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