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Porto Alegre, quinta-feira, 28 de julho de 2016. Atualizado às 13h14.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 15/07/2016. Alterada em 14/07 às 20h46min

O comércio exige providências

Paulo Afonso Pereira
Porto Alegre, de grande e memoráveis histórias, transformou-se numa verdadeira terra de ninguém. No Centro Histórico as ruas estão tomadas por camelôs de diversos matizes, nativos e estrangeiros, que vendem produtos clandestinos, atrapalham a circulação das pessoas e prejudicam o comércio estabelecido, criando constrangimento e insegurança. Isto é ilegal, mas a prática não é coibida.
O comércio formal, que paga impostos, gera empregos, vende produtos certificados e garantidos, é prejudicado em razão dessa licenciosidade. Os comerciantes exigem que as autoridades ajam imediatamente para pôr fim ao mercado a céu aberto em que se transformou o Centro e outros bairros.
Infelizmente, por falta de fiscalização, o Centro voltou a ter a fisionomia de antes do Camelódromo, inaugurado em 2009. A Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), pasmem, possui somente 25 fiscais, número que deveria ser de, no mínimo, 10 vezes mais - há 10 anos, eram 78 e já insuficientes. É preciso ação urgente das autoridades para proteger a atividade formal e legalmente constituída. Não fazer isto estimula e favorece os que estão à margem da lei.
Outro problema que se arrasta desde setembro de 2015 é a renovação do convênio da Smic com a Brigada Militar. Até aquele momento, os fiscais da Smic contavam com o apoio de, pasmem de novo, 12 PMs em ações realizadas no Centro. Fiscalização sem apoio da BM fica prejudicada. Sem fiscais e efetivo policial suficiente, a ilegalidade prospera.
O comércio convive ainda com a falta de segurança. Patrulhas ostensivas nas ruas inibem a criminalidade. A falta de policiamento facilita a ação dos bandidos, que têm as lojas entre seus alvos preferidos. Porto Alegre é uma das capitais mais admiráveis, por sua população, beleza, cultura e dinamismo. Berço de grandes iniciativas, nossa cidade pode ser muito melhor para todos se corrigirmos as mazelas, em vez de nos deixar dominar por elas. O comércio exige respeito à sua atividade.
Presidente da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA)
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Comentários
javier 28/07/2016 00h25min
TEMOS QUE PRESERVAR O BRIQUE DA REDENÇÃO.nA feira está sendo invadida por revendedores, sem qualquer controle.nEstamos numa batalha antiga com as autoridades municipais, com intuito de resgatar o Brique da Redenção, tendo como objetivos, a cultura, o lazer e as compras. A feira Brique da Redenção foi declarada Patrimônio Cultural do Estado do Rio Grande do Sul, e regulamentado por leis Municipais e Estaduais. Os quatros setores que compõem a feira, Artesanato, Artes Plásticas, Antiquários e Alimentação, cumprem com o regulamento, como por exemplo: horário de chegada e saída, aviso de férias, e no caso dos artesãos, artistas plásticos e alimentos, a comercialização deve ser somente o que produzem, caso contrário, terá a penalidade de perder o espaço. É estritamente proibida a REVENDA. Reclamamos às autoridades competentes, a restauração dos banheiros, o cumprimento do acordo entre o Ministério Público e o Município, referente ao espaço que devem ocupar os vendedores de diferentes tribos nativas e o produto que devem vender, a restauração do calçamento dos canteiros da Avenida José Bonifácio e a fiscalização para os vendedores ilegais. Nesse momento tão complicado que estamos vivendo, queremos preservar a cultura artesanal e artística da feira. Fazemos aqui um pedido à comunidade, que prestigia e aprecia o Brique da Redenção, com todo o seu fundamento e importância que tem para nossa cidade. Deixe sua opinião e compartilhe a ideia de PRESERVAÇÃO da feira Brique da Redenção. A feira está sendo invadida por revendedores, sem qualquer controle.nhttps://www.facebook.com/briquedaredencao/
Katia 18/07/2016 10h53min
Lendo esta materia, vejo como os comerciantes comerciantes e taxistas sofrem frente aos clandestinos. É a mesma coisa, aqueles com Alvará, cumprem o que é exigido, pagam suas obrigações mas quando necessita do poder publico pra garantir seus direitos, NÃO TEM AGENTES!! nSer certo, se estabelecer legalmente parece que não vale nada. Sem contar que os agentes fiscalizadores não tem estratégias de coibir.nEmpresários, os taxistas passam pela mesma situação com o transporte clandestino. Entendemos