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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de julho de 2016. Atualizado às 09h02.

Jornal do Comércio

Internacional

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estados unidos

29/07/2016 - 08h52min. Alterada em 29/07 às 09h03min

Hillary Clinton promete geração de empregos ao ser indicada candidata democrata

"Não vamos construir um muro", disse, em referência direta a Donald Trump

"Não vamos construir um muro", disse, em referência direta a Donald Trump


ALEX WONG/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP/JC
Agência Brasil
Hillary Clinton foi oficialmente nomeada como candidata do Partido Democrata na disputa à Presidência dos Estados Unidos. O ato em que ela aceitou a nomeação ocorreu na noite dessa quinta-feira (28), no encerramento da convenção do partido. Hillary disse que sua prioridade será a geração de empregos, mas não excluiu uma referência ao seu rival na disputa, o republicano Donald Trump.
"Não vamos construir um muro, mas sim construir uma economia em que cada pessoa que queira um emprego possa tê-lo", disse, em uma referência direta ao muro que Trump propôs construir na fronteira com o México.
Hillary fez história ao ser a primeira mulher a ser escolhida candidata presidencial por um dos grandes partidos. Venceu as eleições primárias nas disputas entre os outros pré-candidatos, entre eles o senador Bernie Sanders, que atraiu o voto progressista e jovem do partido e no final se uniu à sua campanha.
A candidata também falou contra o discurso de Trump sobre segurança, que ela considera separatista. "Escutamos Trump dizer na semana passada que quer nos separar do resto do mundo e entre nós mesmos. Ele quer que tenhamos medo do futuro e que tenhamos medo uns dos outros".
O discurso de hoje - focado na geração de empregos e salários mais altos - tem aspectos da linha defendida por Sanders, que dizia que é injustificável que os norte-americanos tenham tido queda no poder de compra e salários em queda.
Hillary terá três meses de campanha, com comícios, debates regionais televisivos e três grandes debates televisivos nacionais com Trump. De perfis e ideias políticas antagônicas, os dois, entretanto, se aproximam no critério rejeição do eleitorado. Ambos tem índices de reprovação superiores aos 40%.
"Com toda humildade, determinação e confiança sem limites na promessa americana que aceito a nomeação", disse Hillary, acrescentando que será "a presidente de democratas, republicanos e independentes".
Antes de falar, Hillary foi apresentada pela filha, Chelsea Clinton, que disse que a mãe é um exemplo para ela e que Hillary tem seu voto por ser uma lutadora que "nunca desiste e que acredita na união de todos pelo bem comum".
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