Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 14 de julho de 2016. Atualizado às 09h55.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Gente

14/07/2016 - 09h55min. Alterada em 14/07 às 09h58min

Morre, aos 70 anos, o diretor Hector Babenco

O cineasta argentino radicado no Brasil, foi um dos mais importantes cineastas do país

O cineasta argentino radicado no Brasil, foi um dos mais importantes do país


ANTONIO PAZ/JC
O cineasta Hector Babenco morreu na noite de quarta (14), após sofrer uma parada cardíaca por volta das 23h. A informação foi confirmada à Folha de São Paulo pela esposa Raquel Arnaud.
Aos 70 anos, o argentino radicado no Brasil, foi um dos mais importantes cineastas do país. Realizou "O Beijo da Mulher-Aranha" (1985), filme que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor diretor e o prêmio de melhor ator a William Hurt.
Um de seus longas mais conhecidos é "Pixote: A Lei do mais Fraco" (1981), sobre um garoto pobre paulistano que se afeiçoa a uma prostituta vivida por Marília Pêra. Um dos seus últimos sucessos foi "Carandiru" (2003), sobre o cotidiano e o massacre no famoso presídio paulistano.
Babenco foi vítima de um câncer no sistema linfático que o levou a sessões de quimioterapia nos anos 1990, o que inspirou seu último filme, o semiautobiográfico "Meu Amigo Hindu", lançado no ano passado.
Ainda não foram divulgadas informações sobre o velório ou o enterro.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia