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Porto Alegre, quarta-feira, 27 de julho de 2016. Atualizado às 18h24.

Jornal do Comércio

Esportes

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rio-2016

Notícia da edição impressa de 27/07/2016. Alterada em 27/07 às 18h26min

Torben Grael lamenta poluição na Baía de Guanabara

O coordenador-técnico do iatismo brasileiro, Torben Grael, até tentou fugir do tema do lixo na Baía de Guanabara, uma das grandes preocupações dos velejadores para os Jogos do Rio de Janeiro. Às vésperas do início da Olimpíada, porém, ele voltou a lamentar a sujeira no mar. "Nossa arena foi entregue cheia de lixo. Você tem de tentar evitar, mas nem sempre é possível. Tem lixo que fica à meia altura na água e que você não vê direito. Às vezes, tem algo na divisa de maré e é difícil passar sem pegar alguma coisa", afirmou.
Ricardo Winicki, o Bimba, que compete na categoria RS:X, acredita que nenhum velejador vá competir sem procurar lixo na quilha. "Os plásticos pequenos prejudicam muito. Você está indo a 40km/h, cai para 35km/h e começa a olhar para a sua quilha: 'tem lixo ou não tem?'. E a pior coisa é quando não tem lixo. Você para porque acha que tem um plástico, você perde tempo e ainda descobre que é você que estava lento, mesmo. E às vezes tem um canudinho, é tão mínimo, e atrapalha tanto", afirmou.
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