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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de julho de 2016. Atualizado às 19h03.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

29/07/2016 - 19h06min. Alterada em 29/07 às 19h06min

Petróleo fecha sem direção única com busca de pechinchas e preocupação com oferta

Os contratos futuros do petróleo fecharam sem direção definida nesta sexta-feira, 29, com o mercado dividido por investidores procurando barganhas e novas preocupações sobre os excedentes globais da commodity.
Na Nymex, o petróleo WTI para setembro fechou em alta de US$ 0,46 (1,11%), a US$ 41,60 o barril, enquanto o Brent para outubro negociado na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, caiu US$ 0,30 (0,69%), a US$ 43,53 o barril, e o contrato para setembro, que vence hoje na ICE, fechou em queda de US$ 0,44 (-1,03%), a US$ 42,26 o barril.
Em Nova Iorque, o petróleo caiu US$ 6,73 no mês (14%), e o Brent recuou US$ 7,22 (15%), em seu pior desempenho mensal desde dezembro.
O petróleo WTI chegou a ser negociado a US$ 40,57 por barril, o que o colocaria em uma tendência de queda. Uma sequência de seis sessões de recuo, encerrada hoje, colocou o fechamento de quinta-feira 19,7% abaixo da máxima do mês de US$ 51,23, com um excesso do fornecimento de combustíveis e sinais de aumento da produção pelo mundo pressionando o mercado.
Mas a commodity rapidamente observou ganhos, em um sinal de que compradores em busca de pechinchas se moveram com base no impulso para depois venderem os contratos quando os preços subirem, de acordo com Ric Navy, da R.J. O'Brien & Associates.
Ultimamente, o petróleo tem recuado com a pressão dos excedentes de gasolina, sinais de aumento na produção norte-americana e da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
Hoje, no entanto, o recuo do dólar também deu certo apoio aos contratos do petróleo, que ficaram mais baratos. A moeda americana recuou após dados decepcionantes sobre a economia do país. O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA avançou 1,2% no segundo trimestre na primeira leitura da taxa anualizada, bem abaixo da previsão de alta de 2,6% dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal.
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