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Porto Alegre, quarta-feira, 27 de julho de 2016. Atualizado às 18h14.

Jornal do Comércio

Economia

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Habitação

Notícia da edição impressa de 27/07/2016. Alterada em 27/07 às 18h16min

Empréstimo habitacional recua 49% no 1º semestre

Valor para pessoas físicas caiu de R$ 33,3 bilhões para R$ 17,5 bilhões

Valor para pessoas físicas caiu de R$ 33,3 bilhões para R$ 17,5 bilhões


ELZA FIÚZA/ABR/JC
O volume de empréstimos para aquisição e construção da casa própria com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) somou R$ 22,6 bilhões no primeiro semestre de 2016, uma queda de 49,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram emprestados R$ 44,8 bilhões, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança em São Paulo (Abecip). Entre janeiro e junho, foram financiados 445 mil imóveis, sendo 344 mil com recursos do FGTS e 101 mil com recursos da poupança.
Mesmo com o número ruim, a Abecip avalia que as expectativas melhoraram e a economia tende a retornar uma situação de normalidade, o que deve se refletir positivamente no setor daqui para a frente. O presidente da Abecip, Gilberto Duarte de Abreu Filho, disse que a conjuntura econômica nos seis primeiros seis meses do ano foi muito ruim, com desemprego crescente, recessão (PIB da construção civil recuou 6,2% no período), além de inflação em alta. Esse cenário desestimulou o consumidor a tomar dívida de longo prazo, como é o financiamento da casa própria. "O primeiro semestre foi pior do que esperávamos em termos econômicos. O consumidor fica preocupado com o emprego, em entrar em uma dívida que dura até 30 anos. Tudo isso resultou numa retração de 6,2% do PIB do nosso setor, que chegou a crescer 20% ao ano em 2010. Mas estamos num momento de inflexão, em que a curva de juros está em queda, o risco país diminuiu e a economia tende a retornar a uma situação de normalidade, o que significa que o mercado imobiliário volta a se aquecer", diz Abreu Filho.
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