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Porto Alegre, domingo, 17 de julho de 2016. Atualizado às 22h24.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Notícia da edição impressa de 18/07/2016. Alterada em 17/07 às 20h48min

Produtividade brasileira é a pior desde os anos 1950, diz estudo

Multinacional Weg percorre 400 km nos EUA em um dia e, no País, apenas 45 km

Multinacional Weg consegue percorrer 400 km nos Estados Unidos em um dia, enquanto que no Brasil apenas 45 km


WEG/DIVULGAÇÃO/JC
O abismo que separa a produtividade brasileira da norte-americana não para de crescer. Enquanto os Estados Unidos conseguem fabricar um produto com apenas um trabalhador, no Brasil, a mesma peça exige quatro pessoas. É a pior relação desde a década de 1950, quando o País vivia os reflexos da industrialização iniciada 20 anos antes. A má notícia é que, com inúmeros gargalos para serem superados e afundado numa das piores crises da história, o País não esboça nenhuma reação para reverter esse quadro no curto e médio prazos.
No fim do ano passado, um trabalhador brasileiro era capaz de produzir US$ 29.583 e um norte-americano, US$ 118.826, segundo levantamento do Conference Board, compilado pelo pesquisador Fernando Veloso, do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Nas palavras do Nobel de Economia, Paul Krugman, "produtividade não é tudo, mas no longo prazo é quase tudo". Na prática, ela está diretamente relacionada às riquezas geradas por um país e seu comportamento determina o padrão de vida da sociedade.
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