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Porto Alegre, terça-feira, 12 de julho de 2016. Atualizado às 17h21.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

12/07/2016 - 17h24min. Alterada em 12/07 às 17h24min

Petróleo fecha em forte alta com Opep e elevação de preço médio pelo DoE

Os contratos futuros de petróleo fecharam em forte alta nesta terça-feira (12) influenciados por previsões de queda na produção da commodity em países que não fazem parte da Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep), bem como pela decisão do Departamento de Energia (DoE) dos EUA de elevar o preço médio do petróleo Brent e WTI para o segundo semestre de 2016. Os investidores também ficaram no aguardo do levantamento semanal da American Petroleum Institute (API) sobre os estoques nos EUA, que sai depois do fechamento dos mercados norte-americanos.
Em Nova Iorque, o WTI para agosto fechou em alta de 4,56%, a US$ 46,80 por barril. Já o petróleo Brent para setembro encerrou as negociações a US$ 48,47 o barril, em valorização de 4,80%.
Em relatório mensal divulgado nesta manhã, a Opep afirmou que a produção de petróleo nos países que não fazem parte da organização deve recuar 800 mil barris por dia neste ano. A queda é maior do que a esperada devido à interrupção da produção no Canadá, onde um incêndio forçou a paralisação dos oleodutos. Na visão dos investidores, a previsão mostra uma redução da saturação do mercado.
O relatório da Opep também citou os riscos que a saída do Reino Unido da União Europeia impõe à demanda europeia por petróleo. Por outro lado, a organização prevê que haja um aumento da demanda na América Latina, com o Brasil respondendo por mais da metade do aumento do consumo previsto para 2017. Com esse cenário, o petróleo já subia mais de 3%.
Por volta das 14h, a commodity acelerou ainda mais os ganhos após o DoE elevar o preço médio do petróleo Brent e WTI para o segundo semestre de 2016, de US$ 46,50 para US$ 47,50. Para 2017, o DoE prevê que o preço médio tanto do WTI como do Brent fique em US$ 52,15 por barril. 
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