Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 12 de julho de 2016. Atualizado às 11h52.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

12/07/2016 - 11h53min.

Bovespa renova máximas após Nova Iorque, em manhã de ganhos generalizados

As bolsas internacionais dão continuidade ao rali nesta terça-feira (12), e impulsionam a Bovespa, que sobe firme desde a abertura. O índice à vista renovou máximas, em sintonia com o início dos negócios em Wall Street. Às 10h34, o Ibovespa avançava 1,24%, aos 54.630,10 pontos, enquanto em Nova York Dow Jones subia 0,58%, S&P 500 tinha ganho de 0,63% e Nasdaq, valorização de 0,73%.

O apetite dos investidores internacionais por ativos de risco é aguçado pela perspectiva de estímulos no Japão e por parte de outros bancos centrais como o Banco da Inglaterra (BoE), que pode anunciar corte de juros nesta semana.

A franca recuperação das commodities, como o petróleo e o minério de ferro, beneficia especialmente os papéis de Petrobras, que estavam em alta de 3,10% (ON) e 3,47% (PN), e Vale (+4,09% ON e +3,78% PNA).

No Reino Unido, a definição de Theresa May como a nova primeira-ministra é vista pelos investidores como positiva, na medida em que reduz a incerteza sobre o sucessor de David Cameron, que renunciou após a decisão dos britânicos de deixarem a União Europeia. A expectativa é que fique mais claro o que será feito agora, pois Cameron declarou que seria seu sucessor que decidiria os próximos passos após o "Brexit".

Voltando ao cenário doméstico, o dólar à vista no balcão segue em baixa, negociado a R$ 3,2702 (-1,13%) no mesmo horário; mas desacelerou a trajetória de queda da moeda americana na última hora, em sintonia com o comportamento do dólar no exterior.

Na renda fixa, as taxas futuras acompanham esse movimento. No mesmo horário, o DI para janeiro de 2018 estava em 12,66%, de 12,69% no ajuste anterior, enquanto o DI para janeiro de 2021 marcava 12,00%, de 11,99%.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia