Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 07 de julho de 2016. Atualizado às 18h44.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

07/07/2016 - 18h44min. Alterada em 07/07 às 18h44min

Bolsas de Nova Iorque fecham majoritariamente em queda, em meio a tombo do petróleo

As bolsas de Nova Iorque fecharam sem direção única nesta quinta-feira, em meio a uma queda acentuada do petróleo e notícias positivas para empresas do setor de tecnologia.
O recuo da O índice Dow Jones fechou em queda de 0,13%, aos 17.895,88 pontos; o S&P 500 caiu 0,09%, aos 2.097,90 pontos; e o Nasdaq subiu 0,36%, aos 4.876,81 pontos.
Investidores notaram uma maior fuga do risco após o Departamento de Energia (DoE) noticiar uma queda menor que a esperada dos estoques de petróleo nos Estados Unidos, o que fez a commodity devolver os ganhos e aprofundar as perdas ao longo do dia, até fecharem nos menores patamares em dois meses tanto em Londres como em Nova York.
"A queda do petróleo levou tudo para patamares menores", disse Ilya Feygin, diretor-gerente da corretora WallachBeth. "As pessoas esperavam que o dado de estoques viesse melhor", resumiu.
O setor de energia registrou queda superior a 1,1%, um dos piores desempenho do S&P 500.
O índice Nasdaq, por outro lado, conseguiu se segurar em terreno positivo, ajudado pelo noticiário corporativo. As ações da BioMarin saltaram 9,10% após circular no mercado a informação de que a Roche estudar fazer uma proposta de compra da empresa. Já os papéis da American Airlines subiram 3,70% com a notícia de que a companhia foi uma das autorizadas pelo governo dos EUA a criar rotas comerciais para Cuba.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia