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Porto Alegre, terça-feira, 05 de julho de 2016. Atualizado às 16h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Combustível

05/07/2016 - 16h43min. Alterada em 05/07 às 16h43min

Relação etanol/gasolina fecha junho em 66,07% ante 65,47% em maio

A relação entre os preços do etanol e os da gasolina subiu entre o fechamento de maio (65,47%) e o fim de junho, ao atingir 66,07%, de acordo com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O resultado apurado na capital paulista, porém, ficou abaixo da marca psicológica de 70%.
Para especialistas, o uso do etanol deixa de ser vantajoso quando o preço do derivado da cana-de-açúcar representa mais de 70% do valor da gasolina. A vantagem é calculada considerando que o poder calorífico do etanol é de 70% do poder do combustível fóssil. Com a relação entre 70% e 70,5%, é considerada indiferente a utilização de gasolina ou etanol no tanque.
De acordo com o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe, André Chagas, a relação entre os preços dos combustíveis deve se estabilizar na faixa de 66% nas próximas semanas, voltando a acelerar entre agosto ou setembro, quando a atual safra já terá perdido um pouco de ritmo.
Apesar da expectativa de que a equivalência entre o etanol e a gasolina continuará aquém de 70%, no IPC, que mede a inflação na capital paulista, os preços do etanol já voltaram a subir (0,58%), após recuo expressivo de 12,95% em maio. A gasolina, por sua vez, teve variação negativa de 0,46% no IPC de junho, depois de declínio de 1,69% no quinto mês do ano. Com isso, a classe de despesa de Transportes teve alta de 0,09%, na comparação com retração de 0,61% em maio. "O grupo Transportes parou de ajudar a segurar a inflação de junho. Não é que vai disparar, mas deixará de aliviar", disse, Chagas, que espera alta de 0,12% para o grupo no fim de julho. Para o IPC, a previsão da Fipe é que fique em 0,52%, após 0,65% em junho.
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