Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 04 de julho de 2016. Atualizado às 22h38.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Política Monetária

Notícia da edição impressa de 05/07/2016. Alterada em 04/07 às 21h16min

Projeção para inflação 2016 recua para 7,27% após seis semanas

Depois que o presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, enfatizou em sua primeira entrevista que buscará o centro da meta de inflação em 2017, de 4,5%, a mediana das estimativas no Relatório de Mercado Focus, divulgado ontem pelo BC, cederam após seis semanas seguidas de estabilidade. A taxa para o ano que vem oscilou de 5,50% para 5,43%. Também para a inflação deste ano, a trajetória de alta das estimativas, que vinha sendo mantida por seis semanas, recuou no Focus, com a mediana passando de 7,29% para 7,27%.
A rigidez das previsões para o ano vinha trazendo inquietações dentro do Comitê de Política Monetária (Copom). Na ata do Copom e no Relatório Trimestral de Inflação (RTI), os diretores da instituição enfatizaram que há um "choque temporário" dos preços dos alimentos. No RTI, o BC informou que projeta inflação de 4,7% para 2017 no cenário de referência e de 5,5% pelo de mercado. Já no caso de 2016, as estimativas são de, respectivamente, 6,9% e 7%.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia