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Porto Alegre, segunda-feira, 04 de julho de 2016. Atualizado às 22h41.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 05/07/2016. Alterada em 04/07 às 19h40min

Entrevista especial

Bela entrevista "Inchaço torna sistema Judiciário caro e ineficiente, diz Da Ros" (Jornal do Comércio, 04/07/2016). Concordo plenamente. Existe muita demanda para processos idênticos, além de corporativismo. Vou além: este corporativismo não é só do Judiciário. Legislativo e Executivo também o têm. Precisamos urgentemente terminar com isto. Nossos filhos e gerações futuras nos cobrarão nossa omissão. O Estado existe para servir o povo e a nação, e não o inverso. (Renato Barth, Novo Hamburgo/RS)
Entrevista especial II
A reflexão é necessária, mas a pesquisa perde a credibilidade e a sustentação ao não dedicar uma vírgula sequer às custas judiciais, que são simbólicas (cotejando com a justiça gratuita) e não são proporcionais ao tempo tomado pelo Judiciário para a resolução do conflito. É preciso uma revisão do instituto da justiça gratuita, bem como do valor das custas e emolumentos. A soma do que é cobrado e dispensado deve ser equivalente ao orçamento do Judiciário. (Valtair Noschang, Caxias do Sul/RS)
Juízes do Paraná
Exerço a advocacia no Paraná, há 35 anos. Uma vergonha essa forma de reação dos magistrados contra o jornal Gazeta do Povo e seus profissionais. Corporativismo sindical da pior espécie. Há meios idôneos para afrontar a matéria do jornal, acaso alguém tenha se sentido ofendido em seus direitos. O risco que o País corre com juízes agindo fora dos processos. Uma certa medida do nível da nossa classe jurídica. Na magistratura, especialmente de primeiro grau, diante do altíssimo salário inicial (algo em torno de R$ 20 mil/mês) e concursos seletivos, está o "melhor" do que sai das faculdades de Direito, mas são capazes disso que se vê! (Guilherme Rodrigues)
Manoel de Araújo Porto Alegre
Mais um ilustre rio-pardense a ser relembrado, nesses dias em que a memória dos fatos e das pessoas deixa de ser enaltecida, cedendo espaço à perversão e ao descalabro. Manoel de Araújo Porto Alegre, Barão de Santo Ângelo, nasceu na Aldeia de São Nicolau, arredores de Rio Pardo. De família humilde, transferiu-se para a Corte, ainda menino e lá viria a tornar-se um dos fundadores do romantismo brasileiro e expoente da cultura nacional. Poeta, desenhista, arquiteto, escultor e diretor da Academia de Belas Artes. Como jornalista, teatrólogo e historiador, viajou por toda a Europa. Ingressando na diplomacia, foi cônsul na Alemanha, Prússia, Saxônia e Portugal, onde faleceu em 1879. Discípulo de Debret, contando apenas 24 anos de idade, ganhou os três prêmios do 1º Salão de Artes do Rio de Janeiro: pintura, arquitetura e escultura. Professor do Colégio Militar da Corte, era membro da Academia de Ciências de Lisboa, do Instituto Histórico da França, da Arcádia Romana, do Instituto Nacional de Washington e da Sociedade de Belas Artes e da Politécnica de Paris. O corpo encontra-se em opulento mausoléu no Cemitério Municipal de sua terra natal. (Fernando Wunderlich, advogado, Rio Pardo/RS)
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