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Porto Alegre, quarta-feira, 06 de julho de 2016. Atualizado às 11h09.

Jornal do Comércio

Colunas

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Carlos Pires de Miranda

De Olho na tevê

Notícia da edição impressa de 06/07/2016. Alterada em 06/07 às 11h09min

Efeito Grenal

É assim que funciona, até demorou muito para a gangorra pender, desta vez com o Grêmio na parte de cima e caminho aberto para a liderança. Tem gente perscrutando a tabela, concluindo que até o final do primeiro turno virá uma sequência de seis jogos fáceis, contra times que estão nas últimas posições, no meio deles o São Paulo, possivelmente ainda encrencado na Libertadores. Pois esse tipo de raciocínio é que estragaria tudo: são jogos difíceis, sim, que só o Grêmio poderá tornar fáceis. A começar pelo Figueirense, que merece respeito e seriedade. Se não...
Respingos do clássico
Entendo que o Inter ainda não saiu do páreo: neste ano, os times da metade de cima da tabela do Brasileirão estão em planos semelhantes. Ao final do turno, será possível avaliar se um deles pode disparar. *** Muriel falhou no gol ou fez uma grande defesa parcial, perguntam. Digo que o chute não foi forte a ponto de exigir rebote. *** Depois, Douglas, com a classe de sempre, resolveu a parada para o Grêmio. Quando defendo sua escalação por 65 minutos ou mais, ainda há quem conteste...
Ainda há tempo
Penso que seria injusto demitir Argel agora: os reforços recém chegaram, Valdívia acaba de voltar e pelo menos dois dos vários garotos lançados pelo técnico nesses 11 meses escolheram o Grenal para usar salto alto. O clássico, aliás, foi equilibrado, o melhor time (nome por nome, não nos 90 minutos) venceu e era isso. Aos leitores que me questionam sobre a saída do treinador, pergunto: vai trazer quem? A chegada de um atacante alto, como é Ariel, pode gerar uma jogada que o time não possui. Tomara que funcione já contra o Santa Cruz, Inter e Argel estão precisando.
Hoje tem futebol
Ao longo de julho, haverá jogos do Brasileirão somente aos sábados, domingos, segundas e terças-feiras (ufa!), embora haja clubes disputando Copa do Brasil e Libertadores. Nesta, nos restou o São Paulo, que perdeu Ganso para a partida de hoje contra o surpreendente Atlético Nacional. Na Eurocopa, emoções às 16h de hoje e de amanhã. Aposto em Portugal e França na final.
O pior negócio da história?
Alexandre Pato estava encostado no Milan quando o Corinthians se atreveu a pagar R$ 40,5 milhões por 60% de seus direitos, mais R$ 800 mil mensais ao jogador. O clube o entregou aos médicos e fisioterapeutas de seu moderníssimo CT e aguardou a retribuição. Aí veio aquele pênalti infantil, que presenteou o Grêmio com uma semifinal de Copa do Brasil. Sem ambiente, foi emprestado duas vezes e ontem voltou ao Timão. Um mau negócio. Mesmo se Pato, nos seis meses que restam de seu contrato, mostrasse futebol, marcasse muitos gols e ganhasse o título brasileiro.
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