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Porto Alegre, quarta-feira, 03 de agosto de 2016. Atualizado às 22h34.

Jornal do Comércio

JC Logística

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Opinião

Notícia da edição impressa de 04/08/2016. Alterada em 03/08 às 19h22min

Ninguém segura ...

Antonio Augusto dAvila
Em artigo publicado neste JC Logística (21/07/2016, p. 6), o autor, Marcos Stail, reconhece que o transporte metropolitano é caótico, mas tece elogios à completa liberação do transporte individual de passageiros, é contrário à sua regulamentação e, até, à cobrança de tributos sobre esses serviços. Os assuntos ligados à mobilidade urbana deveriam ser analisados e debatidos pelos estudiosos e especialistas do ramo, principalmente, pelas repercussões a longo prazo. Na falta, ouso traçar algumas linhas relativas ao caso Porto Alegre.
O caos na mobilidade dos grandes centros urbanos cujos custos sociais, econômicos e ambientais são altíssimos tem como principal causa o incentivo governamental ao livre uso do transporte individual com automóveis. Há mais de 20 anos, foi à falência a antiga concepção de que a abertura e alargamento das rodovias urbanas seria a solução. Apesar disso, na última década, o transporte individual recebeu pesados incentivos governamentais, em especial federais e estaduais em matéria de isenções tributárias, muito superiores ao aplicado no transporte coletivo. Incentivos e gastos colocados nos ombros da população menos rica, que não usa automóvel, mas paga impostos em nível superior aos mais abastados.
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