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Porto Alegre, domingo, 07 de agosto de 2016. Atualizado às 19h08.

Jornal do Comércio

Empresas & Negócios

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Opinião

Notícia da edição impressa de 08/08/2016. Alterada em 05/08 às 18h28min

A arte das fusõese aquisições

Fabrício Scalzilli
Existem bons negócios no mercado empresarial. Difícil não é identificar as oportunidades. Difícil é levar o processo até a conclusão da operação. É engraçado ver a comemoração realizada quando operações dessa natureza são fechadas. É equivocado pensar que ali apresenta-se o fechamento do negócio, pois, em realidade, o processo está apenas iniciando. Uma fase de transição operacional, condições a serem cumpridas, realização de due diligence são exemplos de procedimentos que se seguem após o fechamento do negócio e onde conflitos surgem por interesses antagônicos, culturas e visões diferentes. Muitos negócios celebrados entre empresas tombam nesta fase.
Penso em sugerir uma segunda comemoração quando do término do cumprimento das condições do contrato, o que pode demorar dois, cinco ou 10 anos. Não importa, em cada fase cumprida deve haver, sim, a comemoração entre comprador e vendedor, os quais evitaram advogados, câmaras arbitrais e o Judiciário para resolverem os seus problemas e impasses negociais. Não esqueçamos, como exemplo, que a memorável disputa entre Abilio Diniz e o grupo francês Casino pelo controle do Pão de Açúcar consumiu milhões de reais, entre advogados, consultorias e ações judiciais. Um desgaste monstruoso compatível com o tamanho da operação.
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