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Porto Alegre, terça-feira, 27 de dezembro de 2016. Atualizado às 17h30.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 09/06/2016. Alterada em 27/12 às 18h33min

Crise de confiança

A maçaroca de interesses em torno da medicina faz com que as pessoas deixem de confiar na área. A avaliação é do presidente da Associação Médica de Brasília (AMB), Luciano Carvalho. De acordo com ele, alguns anos atrás quem estava interessado em promover a saúde eram as pessoas que trabalhavam com a saúde. Hoje em dia, as coisas mudaram: são seguradoras, indústrias farmacêuticas, indústrias de insumos, situação de bem-estar, entre outras, que transitam no segmento. Para melhorar o cenário, só com melhoras na saúde pública. "Saúde não tem preço, tem custo. É preciso repensar de como e que modelos adotar para se equilibrar a possibilidade de financiamento da saúde como é que o estado pode oferecer, o que a pessoa pode ter", acentuou. A saída para a saúde "é a cultura, ensino e educação".
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