Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 22 de junho de 2016. Atualizado às 23h56.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

União Europeia

Notícia da edição impressa de 23/06/2016. Alterada em 22/06 às 19h22min

Britânicos decidem sobre futuro na UE

Primeiro-ministro David Cameron defende a permanência na UE

Primeiro-ministro David Cameron defende a permanência na UE


GEOFF CADDICK /AFP/JC
O Reino Unido realiza hoje o plebiscito que definirá o futuro dos britânicos na União Europeia (UE). O último dia de campanha foi crucial para tentar ganhar os votos dos cerca de 11% dos cidadãos indecisos. As últimas pesquisas mostram que a disputa entre a permanência no bloco e o Brexit (favorável à saída) segue acirrada.
O primeiro-ministro David Cameron manifestou ontem, mais uma vez, sua opinião de que o Reino Unido deve continuar no bloco dos 28 países europeus. "Nós não estamos presos a um cadáver. Você pode ver a recuperação da economia europeia. É a maior de mercado interno do mundo", disse.
Figura mais notável na campanha pelo Brexit, o ex-prefeito de Londres Boris Johnson fez um tour destacando a independência e a autoconfiança do país. "É hora de falar para a democracia e milhões de pessoas em toda a Europa concordam conosco. É hora de quebrar as falhas e um sistema disfuncional da União Europeia."
Na terça-feira à noite, a emissora de televisão BBC realizou um grande debate eleitoral com lideranças dos dois movimentos, e os grupos mantiveram os principais argumentos ouvidos nos últimos meses. O grupo contra o Brexit alega que a saída da UE pode criar problemas econômicos, com aumento do desemprego e queda da atividade. Já o favorável à saída do bloco diz que o país terá mais soberania e poderá ter controle total em temas sensíveis, como imigração.
O Reino Unido vai às urnas após uma campanha acirrada e complicada. Mesmo após o assassinato da deputada Jo Cox - que levou o "permanecer" à liderança -, as pesquisas eleitorais ainda mostram uma disputa apertada. Pesquisa feita pelo jornal The Telegraph, que é a favor do Brexit, mostra 51% pela permanência e 49% pela saída. Já a mesma projeção feita pelo Financial Times - que é contra o Brexit - sinaliza vitória deste por 45% a 44% e 11% de indecisos.
Em uma carta ao Times, mais de 1.000 empresários argumentaram que um voto para deixar o bloco irá prejudicar a economia. "O Reino Unido deixar a UE significaria incerteza para as nossas empresas, menos comércio com a Europa e menos empregos", diz o texto.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia