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Porto Alegre, segunda-feira, 20 de junho de 2016. Atualizado às 22h36.

Jornal do Comércio

Internacional

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ONU

Notícia da edição impressa de 21/06/2016. Alterada em 20/06 às 20h05min

Deslocamento forçado atinge recorde e afeta 65,3 milhões

Dados de 2015 motram crescimento de 10% em relação ao ano anterior

Número de 2015 representa um aumento de quase 10% em relação ao ano anterior


PATRICK BAZ/AFP/JC
O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) lançou ontem o relatório "Tendências Globais", que registra o deslocamento forçado ao redor do mundo com base em dados dos governos, de agências parceiras e da própria agência da ONU. O trabalho aponta um total de 65,3 milhões de pessoas deslocadas por guerras e conflitos até o final de 2015.
O número representa um aumento de quase 10% se comparado com o total de 59,5 milhões de pessoas deslocadas registradas em 2014. Esta é a primeira vez que os números de deslocamento forçado ultrapassaram o marco de 60 milhões de pessoas.
O total de 65,3 milhões incluem 3,2 milhões de pessoas em países industrializados que, ao final de 2015, estavam aguardando o resultado de suas solicitações de refúgio, o maior número já registrado pelo Acnur, além de 21,3 milhões de refugiados ao redor do mundo - 1,8 milhão a mais que em 2014 e o maior número de refugiados desde meados da década de 1990. O número estimado pela agência da ONU inclui também outras 40,8 milhões de pessoas forçadas a fugir de suas casas, mas que continuam dentro das fronteiras de seus próprios países.
Em comparação com a população mundial, de 7 bilhões e 349 milhões de pessoas, estes números significam que uma a cada 113 pessoas é hoje solicitante de refúgio, deslocada interna ou refugiada, um nível sem precedentes, segundo o Acnur. No total, existem mais pessoas forçadas a se deslocar por guerras e conflitos do que a população do Reino Unido, da França ou da Itália.
 
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