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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de junho de 2016. Atualizado às 00h54.

Jornal do Comércio

Esportes

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Copa América Centenário

Notícia da edição impressa de 27/06/2016. Alterada em 27/06 às 00h36min

Chile conquista o bi da Copa América e mantém jejum argentino

Grande nome argentino, Messi ficou desolado após perder pênalti

Grande nome argentino, Messi ficou desolado após perder pênalti


DON EMMERT/AFP/JC
A sensação de déjà vu era inevitável após a decisão da Copa América Centenário, ontem, em East Rutherford, Nova Jersey. Diante de um MetLife Stadium abarrotado por 82 mil torcedores, Argentina e Chile repetiram a final do ano passado, quando os chilenos conquistaram seu primeiro título do torneio nos pênaltis. Desta vez, a decepção argentina foi ainda maior. Com o melhor jogador do mundo em seu elenco, a seleção alviceleste não conseguiu sair do 0 a 0 e viu o adversário conquistar o bicampeonato, novamente nas penalidades, por 4 a 2.
Pior: Leonel Messi errou um dos pênaltis, colaborando diretamente para que seu país, há 23 anos sem conquistar um título, fique mais algum tempo na fila.
O primeiro tempo foi movimentado, mas não por conta de oportunidades de gol. O respeito "excessivo" pelo adversário fez com que Chile e Argentina tocassem demais a bola antes de finalizar as jogadas. Ainda assim, o time de Messi teve pelo menos duas boas chances de abrir o placar. Aos 20 minutos, Higuaín ficou cara a cara com o goleiro, mas tocou a bola por cima. Três minutos depois, Otamendi cabeceou à esquerda da meta de Bravo.
Depois disso, o jogo ficou truncado e até um pouco violento. Em alguns momentos, o protagonista foi árbitro brasileiro Héber Roberto Lopes. Primeiro, ao expulsar o chileno Marcelo Díaz, que recebeu o segundo amarelo após uma trombada com Messi. Depois, uma entrada dura de Rojo em Vidal levou o juiz a dar o cartão vermelho para o lateral argentino. Entre as duas expulsões, Heber ainda "amarelou" o craque do Barcelona por simulação.
O Chile voltou melhor do intervalo, propondo mais o jogo. Aos 11, teve uma boa chance de marcar com Isla, da entrada da área. No entanto, o jogo continuou morno, com raros lances de ataque. Somente no fim, um pouco de emoção. Aos 34, Vargas obrigou Romero a fazer uma boa defesa. Aos 45, Beausejour invadiu a área e rolou para Alexis Sánchez, que, de frente para o gol, não conseguiu finalizar. No contra-ataque, Messi mandou para fora a última chance do tempo regulamentar.
A prorrogação, apesar do cansaço, foi mais movimentada. Do lado chileno, Vargas obrigou Romero a se esticar todo para evitar o gol. Pouco depois, Messi levantou a bola na área e Agüero desviou, mas Bravo espalmou com a ponta dos dedos. Nos 15 minutos finais, a Argentina mostrou mais gás, mas não conseguiu concluir com precisão.
Nos pênaltis, Romero defendeu o chute de Vidal, causando euforia nos argentinos. Logo em seguida, porém, a decepção: o sempre preciso Messi mandou para fora. A partir daí, todas as cobranças foram convertidas, até a de Biglia, que Bravo defendeu. Silva converteu o quarto pênalti chileno, dando números finais à decisão e mantendo o jejum argentino.
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