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Porto Alegre, quinta-feira, 23 de junho de 2016. Atualizado às 23h23.

Jornal do Comércio

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campeonato brasileiro

23/06/2016 - 23h23min. Alterada em 23/06 às 23h23min

São Paulo joga mal, só empata com o Sport em casa e desperdiça chance de G4

O nível de atuação do São Paulo semifinalista da Copa Libertadores deu lugar nesta quinta-feira ao fraco e nada empolgante futebol dos tempos de começo de temporada. O time finalizou pouco e ficou no empate sem gols com o Sport, no Morumbi, resultado que impediu a chegada ao G4 do Campeonato Brasileiro.
O placar de 0 a 0 foi o terceiro tropeço em casa em cinco jogos na competição. Foram oito pontos perdidos como mandante, com duas derrotas. Pela primeira vez na história em 17 ocasiões a equipe recebeu o Sport no Morumbi e não venceu a partida. Para piorar, Kelvin saiu com uma lesão muscular na coxa e no mínimo virou dúvida para a Libertadores - o primeiro duelo da semifinal é daqui a 13 dias.
Com 15 pontos, o São Paulo é só o sétimo colocado, ficando já sete pontos atrás do líder Palmeiras após 10 rodadas do Brasileirão. No domingo, a equipe visita o Santos, no Pacaembu, em jogo de exclusivamente santista, precisando se recuperar de dois empates seguidos.
Já o Sport segue na zona de rebaixamento do Brasileiro, com nove pontos. No domingo, a equipe pernambucana recebe a Chapecoense na Ilha do Retiro.
O JOGO - O São Paulo estreou a nova camisa dois do clube e vestiu o uniforme listrado como mandante no Morumbi pela primeira vez em 22 anos. Outra novidade no ambiente do jogo foi a liberação do estádio do Morumbi para voltar a receber torcedores no setor térreo. Com reparos no guarda-corpo e reforço na segurança, os assentos do pavimento só não tiveram grande presença de público - pouco mais de 11 mil torcedores ocuparam as mais de 60 mil cadeiras do Morumbi.
Em campo a principal novidade da equipe não solucionou a ausência de Calleri, suspenso. Ytalo foi escalado pela primeira vez como atacante no sétimo jogo pelo São Paulo. Antes improvisado como meia, o jogador deu duas cabeçadas perigosas. A culpa pela desempenho não foi tanto dele, mas sim de um time que pressionou bastante e finalizou muito pouco no primeiro tempo.
A liberdade imensa de Ganso para armar jogadas não teve proveito. Nas duas chances mais claras antes do intervalo, em uma ele chutou por cima e, na outra, o goleiro Magrão evitou o gol de Michel Bastos após passe do camisa 10.
A aparente facilidade em assustar o adversário se mostrou uma armadilha perigosa pelo relaxamento na marcação. Diego Souza dava trabalho nos contra-ataques e quase fez.
O segundo tempo praticamente só teve São Paulo no ataque. O time aumentou o cerco, ao fazer substituições para ficar mais ofensivo. O ataque povoado por jogadores velozes como Luiz Araújo e Centurión representou mais uma pressão numérica do que técnica. Finalizações tortas e passes errados consumiram as investidas.
A insistência pelo gol foi até os acréscimos. O Sport, na zona de rebaixamento, ganhou o máximo de tempo possível, teve a felicidade de ver as últimas chances do São Paulo não exigirem defesas de Magrão e comemorou o empate.
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