Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 28 de junho de 2016. Atualizado às 09h00.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

28/06/2016 - 09h00min. Alterada em 28/06 às 09h00min

De olho no Brexit, bolsas asiáticas fecham sem direção única

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única e com relativa estabilidade nesta terça-feira, em meio à continuidade de preocupações com as consequências políticas e econômicas da decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia.
Os negócios na Ásia começaram em baixa generalizada, diante do sentimento negativo gerado pelas quedas vistas ontem nos mercados acionários de Nova Iorque e da Europa. No entanto, as perdas na região foram diminuindo à medida que os investidores foram atrás de ações que baratearam muito desde a vitória do chamado "Brexit" na semana passada.
Em Tóquio, o índice japonês Nikkei teve alta marginal de 0,09%, encerrando o dia a 15.323,14 pontos, e recuperando-se de perdas que chegaram a 1,9% nos negócios da manhã (pelo horário local).
Em outras partes da Ásia, o chinês Xangai Composto subiu 0,6%, a 2.912,56 pontos, o sul-coreano Kospi teve ganho moderado de 0,49% em Seul, a 1.936,22 pontos, e o Taiex registrou alta de 0,55% em Taiwan, a 8.505,51 pontos. O Shenzhen Composto, índice chinês de menor abrangência, mostrou avanço mais expressivo, de 1,2%, a 1.970,38 pontos.
Já em Hong Kong, o Hang Seng teve ligeira perda de 0,27%, a 20.172,46 pontos, enquanto o filipino PSEi recuou 0,64% em Manila, a 7.666,69 pontos.
"Trata-se de uma diminuição do sentimento de risco até que haja mais clareza em relação à Europa", comentou Alex Furber, executivo de serviços para os principais clientes da CMC Markets, em Cingapura.
No Japão, há especulação de que o governo poderá intervir para ajudar a sustentar a economia doméstica e conter a tendência de valorização do iene, que costuma atrair demanda em momentos de incerteza. O iene forte tende a prejudicar a competitividade de exportadoras japonesas.
Nos mercados chineses, os ganhos de hoje vieram em meio a apostas de que o regulador de títulos mobiliários em Pequim poderá ampliar a cota para que investidores locais comprem ações em Hong Kong.
Na Oceania, a bolsa australiana fechou no menor nível em dois meses, ainda pressionada pelo Brexit. O índice S&P/ASX 200, que reúne as empresas mais negociadas em Sydney, caiu 0,7%, a 5.103,3 pontos.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia