Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 27 de junho de 2016. Atualizado às 20h07.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Trabalho

27/06/2016 - 20h08min. Alterada em 27/06 às 20h08min

Força Sindical sugere a Padilha a retomada das câmaras setoriais

Para combater o desemprego, o governo pretende retomar a ideia das câmaras setoriais que, nos anos 1990, ajudaram a combater os efeitos da crise mediante compromissos assumidos por empresários, trabalhadores e governo. A ideia foi apresentada nesta segunda-feira (27), ao ministro chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, por representantes da Força Sindical.
As seis maiores centrais do País vão se reunir na próxima quarta-feira, 29, para fechar um cronograma de paralisações nas cidades mais afetadas pela perda de emprego, como Santos (SP), Sertãozinho (SP), São Bernardo do Campo (SP), Volta Redonda (RJ) e Rio Grande (RS). As entidades querem, entre outras medidas, a retomada das câmaras setoriais do setor automobilístico e da construção civil, inclusive a construção pesada.
Padilha disse que o governo vai reativar o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), conhecido como "Conselhão", e as câmaras setoriais são parte dele.
Segundo o deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, há grande preocupação com a indústria automotiva por causa do fim do Programa de Proteção ao Emprego (PPE), criado no governo da presidente afastada Dilma Rousseff. O programa previa a redução da jornada, com o governo bancando parte dos salários.
"Com o fim do PPE, teremos 20.000 demissões diretas nos próximos três meses, se nada for feito", disse o sindicalista. Cada emprego na montadora representa outros 19 na cadeia produtiva, o que eleva a conta a 380.000.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia