Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 22 de junho de 2016. Atualizado às 00h04.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Telefonia

Notícia da edição impressa de 22/06/2016. Alterada em 21/06 às 20h58min

Governo descarta auxílio financeiro à Oi

Anatel informou que, por enquanto, não vai interferir no processo

Anatel informou que, por enquanto, não vai interferir no processo


ENY MIRANDA/DIVULGAÇÃO/JC
O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, descartou ontem a possibilidade de o governo socorrer financeiramente a companhia de telefonia Oi. Padilha disse que o governo está atento ao caso e com a preservação dos empregos da companhia, mas ressaltou que a solução deve ser encontrada pelo próprio sistema financeiro. A afirmação foi feita um dia após a empresa ajuizar, em conjunto com suas subsidiárias integrais, diretas e indiretas, pedido de recuperação judicial, o maior pedido de recuperação judicial já feito no Brasil, da ordem de R$ 65,4 bilhões.
"Até o momento, não há por parte do governo uma manifestação no sentido de intervir, interferir diretamente. Os nossos agentes do sistema financeiro nacional (bancos públicos) estarão prontos a prestar a colaboração no sentido de intermediar, preparar um projeto de busca de parcerias, se for o caso, para essa empresa. Mas participação direta do governo, dinheiro do governo, por óbvio que, neste momento, não há que se pensar nisso", disse o ministro.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia