Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 20 de junho de 2016. Atualizado às 10h07.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

20/06/2016 - 10h05min. Alterada em 20/06 às 10h07min

Dólar recua mais de 1%, diante de chance de permanência do Reino Unido na União Europeia

O dólar começou a segunda-feira (20) em queda ante o real, acompanhando o movimento da moeda ante as principais rivais, além de moedas emergentes e ligadas a commodities. O apetite a risco é trazido pela expectativa de que os britânicos votem pela permanência do Reino Unido na União Europeia no plebiscito da próxima quinta-feira.
Ativos tidos como mais seguros, como os Treasuries e o ouro, também são influenciados, especialmente pela pesquisa publicada no Mail on Sunday indicando que não haverá "Brexit", ou seja, a saída do Reino Unido da UE. Os juros dos Treasuries avançam, refletindo a queda nos preços dos papéis, enquanto o ouro exibe perdas superiores a 1%.
Às 9h30min, o dólar à vista caía 1,21%, a R$ 3,3799. O dólar para julho caía 1,05%, a R$ 3,3910.
No Brasil, as atenções estão nas discussões das dívidas dos Estados. Os secretários de Fazenda estaduais reúnem-se pela manhã com o Tesouro Nacional (10 horas). À tarde, os governadores se encontram com o presidente em exercício, Michel Temer (15 horas).
Na sexta-feira, após o decreto de calamidade pública anunciado pelo governo do Rio de Janeiro, o presidente não quis comentar o assunto e disse que o tema seria tratado na reunião desta segunda. Conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo, a ala política do governo defende um alívio maior que o oferecido pelo Ministério da Fazenda: uma moratória de dez meses.
O Ministério da Fazenda ofereceu apenas um mês de suspensão de 100% dos débitos e uma queda gradual da carência de 5% a cada mês.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia