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Porto Alegre, segunda-feira, 13 de junho de 2016. Atualizado às 23h03.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Notícia da edição impressa de 14/06/2016. Alterada em 13/06 às 23h03min

Diretor da OMC nega divergência com José Serra

Azevêdo diz que o País precisa avançar nos acordos comerciais

2diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, fala à imprensa após encontro com o presidente interino Michel Temer, no Palácio do Planalto foto Valter Campanato_Agência Brasil


VALTER CAMPANATO/ABR/JC
Após encontro com o presidente interino, Michel Temer, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, reconheceu que o Brasil vive momento de turbulência e negou divergências com o ministro de Relações Exteriores, José Serra. "Eu fico perplexo com as notícias no sentido de colocar como se o ministro Serra e eu estivéssemos em oposição. Não sei de onde vem isso, conversei com ele, nem eu e nem ele entendemos isso", disse. "Eu e ele falamos exatamente a mesma coisa: que o Brasil tem que procurar avançar nos acordos comerciais", afirmou. Azevêdoafirmou que os dois "estão perfeitamente afinados" e que marcaram um encontro para hoje.
Serra questionou, no início do mês, a legitimidade da OMC e disse que a instituição enfrenta imobilismo, falhou em derrubar os subsídios e barreiras sanitárias e fitossanitárias e ao apostar na Rodada Doha - o que leva o Brasil a condicionar seu engajamento a avanços objetivos. Para Azevêdo, a opinião de Serra não significa dizer que o Brasil vai abandonar a OMC. "O que ele disse é que em determinadas áreas, na área de abertura de mercados, a OMC não avançou muito, sobretudo, no contexto da Rodada de Doha. E é mais fácil avançar na abertura de mercado na área bilateral, por exemplo, do que multilateral e nós nunca discordamos", afirmou.
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