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Porto Alegre, quarta-feira, 08 de junho de 2016. Atualizado às 18h38.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

08/06/2016 - 18h38min. Alterada em 08/06 às 18h38min

Petróleo fecha em alta, com dados positivos nos EUA e na China

Os contratos futuros do petróleo fecharam no maior patamar em 10 meses nesta quarta-feira, após dados positivos sobre as importações chinesas e sobre os estoques nos Estados Unidos. A perspectiva de alívio dos excedentes globais após notícias de corte de produção em grandes exportadores também influenciaram os mercados.
Os preços do petróleo bruto quase dobraram em valor desde que atingiram mínimas recordes no começo do ano, à medida que cortes na produção pelo mundo aliviaram as preocupações sobre a oferta do mercado.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para julho fechou em alta de 1,72% (+US$ 0,87), a US$ 51,23 por barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para agosto avançou 2 08% (+US$ 1,07), para US$ 52,51 por barril.
Os ganhos de hoje surpreenderam muitos analistas, que disseram que os últimos dados sobre os estoques americanos mostraram um nível saudável dos fornecimentos no país.
O Departamento de Energia dos EUA (DoE) informou que os estoques norte-americanos de petróleo bruto caíram 3,226 milhões de barris na semana encerrada em 4 de junho, para 532,476 milhões de barris. A queda foi maior que a previsão de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam recuo de 3,1 milhões de barris.
Além disso, a China importou 39% mais petróleo em maio, na comparação anual, o que ajudou a impulsionar os preços da commodity, ajudados também pelos problemas na produção nigeriana diante dos ataques de militantes em regiões produtoras no sul do país.
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