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Porto Alegre, quarta-feira, 28 de dezembro de 2016. Atualizado às 10h44.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Notícia da edição impressa de 08/06/2016. Alterada em 28/12 às 11h45min

Bradesco e Gerdau na mira dos EUA

 NEW YORK, NY - DECEMBER 21: The New York Stock Exchange (NYSE) stands on Wall Street and Exchange Streets on December 21, 2015 in New York City. The Dow Jones industrial average was up over 100 points in morning trading following Friday's huge drop as the price of oil continued its yearly fall.   Spencer Platt/Getty Images/AFP  == FOR NEWSPAPERS, INTERNET, TELCOS &TELEVISION USE ONLY ==

NEW YORK, NY - DECEMBER 21: The New York Stock Exchange (NYSE) stands on Wall Street and Exchange Streets on December 21, 2015 in New York City. The Dow Jones industrial average was up over 100 points in morning trading following Friday's huge drop as the price of oil continued its yearly fall. Spencer Platt/Getty Images/AFP == FOR NEWSPAPERS, INTERNET, TELCOS &TELEVISION USE ONLY ==


SPENCER PLATT/GETTY IMAGES/AFP/JC
O banco Bradesco é alvo de duas ações coletivas protocoladas na Justiça americana. Um dos documentos, assinado pelo escritório de advocacia Rosen Law Firm, representa investidores individuais que dizem ter comprado ações (ADSs, American Depositary Shares, em inglês) a "preços artificialmente inflados" entre 30 de abril de 2012 e 31 de maio de 2016.
O processo envolve três executivos do banco brasileiro: o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco; o diretor vice-presidente Alexandre da Silva Glüher; e o ex-vice-presidente Júlio de Siqueira Carvalho. Eles são acusados de se envolverem, "direta ou indiretamente", na "elaboração, produção, revisão e/ou divulgação de declarações falsas e enganosas" para encobrir atividades ilegais da instituição - que abrangem a tentativa de evitar pagar US$ 828 milhões (R$ 2,9 bilhões) em impostos.
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