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Porto Alegre, segunda-feira, 18 de junho de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Previdência

23/05/2016 - 20h54min. Alterada em 18/06 às 16h31min

Hartung prega reforma da previdência para resolver dívidas dos estados

Hartung (esquerda) disse que a reforma da previdência amenizaria problema fiscal de Sartori

Hartung (esquerda) disse que a reforma da previdência amenizaria problema fiscal de Sartori


FREDY VIEIRA/JC
O governador capixaba, Paulo Hartung (PMDB), afirmou ontem, na sede da Fecomércio-RS, que a solução para equacionar a despesa com a dívida com a União depende da reforma da previdência e revisão da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Hartung, que é governador do Espírito Santo pela terceira vez, disse que a renegociação dos passivos, que é alvo de tratativas entre o governo federal e estados, seguindo determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), não será suficiente. 
Sobre a situação fiscal do colega de partido e de função de Executivo, José Ivo Sartori, Hartung considerou a situação das finanças gaúchas "como extremamente delicada", citando rombo de R$ 8 bilhões agravado pela previdência dos servidores. Para o político capixaba, Sartori, que estava no evento organizado pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC) e Programa Gaúcho de Qualidade de Produtividade (PGQP), está na trilha certa, do "ajuste fiscal forte", e de falar com sinceridade à população sobre o que está ocorrendo.
Mas Hartung disse que será preciso mudar a Previdência para conseguir a renegociação das dívidas estaduais. A revisão da LRF teria de endurecer com os estados e prever contrapartidas para dar agilidade e flexibilidade nos gastos da folha de salários. Seu estado tem déficit de pouco mais de R$ 1 bilhão. O governador lembrou que nos primeiros mandatos, nos anos 2000, fez ajuste, mas o problema voltou e debitou mais uma vez os erros aos gastos com a folha de servidores e deficiências da LRF.
A situação foi vivida por outros estados, como Minas Gerais e Pernambuco, citou o presidente do MBC, Claudio Gastal. Hartung disse ainda que não adianta apenas fazer ajuste fiscal e que é necessário dialogar com a população, par atender a demandas de melhoria da qualidade de vida. Sartori citou que as ações incluem as parcerias público-privadas (PPPs), como a que está fazendo em investimentos em área portuária em pelotas coma Celulose Riograndense. O governador gaúcho foi provocado sobre candidatura à reeleição em 2018 pelo presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, e respondeu que não falaria do assunto e sinalizou que descarta a possibilidade. 
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