Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 16 de maio de 2016. Atualizado às 20h20.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Relações Internacionais

16/05/2016 - 20h20min. Alterada em 16/05 às 20h20min

Itamaraty diz que El Salvador se equivoca ao criticar afastamento de Dilma

Agência Brasil
O Ministério das Relações Exteriores criticou a decisão do governo de El Salvador de romper os contatos oficiais com o Brasil devido à aprovação do processo de impeachment contra a presidente afastada, Dilma Rousseff.
Por meio de uma nota à imprensa, o órgão disse que as manifestações de El Salvador revelam "amplo e profundo" desconhecimento sobre as leis brasileiras e que há "pleno funcionamento" das instituições democráticas no país.
Sob o comando do novo ministro José Serra, esta é a segunda vez que o Itamaraty se manifesta sobre as críticas de países latino-americanos sobre o afastamento de Dilma na última quinta-feira (12).
"Causam especial estranheza tantos equívocos, uma vez que El Salvador mantém intensas relações econômicas com o Brasil e é o maior beneficiário de cooperação técnica brasileira em toda a América Central. Por isso tudo, o governo brasileiro espera que o governo de El Salvador reconsidere sua posição, com base em avaliação objetiva e factual da realidade, e em respeito às instituições brasileiras e aos princípios que têm regido as relações entre os dois países", disse o Itamaraty, também por meio de nota.
Na última sexta-feira (13), o ministério disse "rejeitar com veemência" o que classificou como propagação de falsidades por partes dos governos da Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador e Nicarágua.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia