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Porto Alegre, segunda-feira, 16 de maio de 2016. Atualizado às 22h41.

Jornal do Comércio

Política

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Novo Governo

Notícia da edição impressa de 17/05/2016. Alterada em 16/05 às 21h46min

Cuba faz ofensiva contra impeachment de Dilma

A diplomacia de Cuba faz campanha nos órgãos internacionais contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). O país enviou um e-mail para mais de uma dezena de instituições internacionais martelando a tese de que a petista foi alvo de um "golpe". Na sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB), rechaçou duramente as críticas de governos de países latino-americanos ao afastamento de Dilma e, por consequência, à posse de Michel Temer (PMDB).
Em mensagem no domingo, o governo cubano descreve o conteúdo da declaração como sendo "sobre o golpe de Estado parlamentar e judicial no Brasil". Em documento anexado ao e-mail, declaração assinada em Havana no dia 12 de maio acusa Temer de ter "usurpado o poder", apoiado pela "grande imprensa reacionária e o imperialismo". "Dilma, Lula, o PT e o povo do Brasil contam e contarão sempre com toda a solidariedade de Cuba", indicou a nota. O e-mail com a declaração foi direcionado para altos dirigentes da Organização Internacional do Trabalho, Organização Mundial do Comércio, para o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, para a secretaria da Organização das Nações Unidas (ONU), o Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Organização Mundial da Saúde, União Internacional de Telecomunicações, UNAids, para o Programa da ONU para o Desenvolvimento e para o Programa da ONU para o Meio Ambiente, além de várias outras. Também receberam a nota a Secretaria da Convenção sobre Mudanças Climáticas, a Organização da Conferência Islâmica, membros do alto escalão do governo suíço e dezenas de outros diplomatas. O Itamaraty enviou, na sexta-feira, a todos os Ministérios de Relações Exteriores de países com os quais mantém relações uma nota para informar que Dilma foi afastada em um processo que segue a lei e a Constituição.
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