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Porto Alegre, domingo, 15 de maio de 2016. Atualizado às 18h10.

Jornal do Comércio

Política

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Crise política

13/05/2016 - 14h31min. Alterada em 13/05 às 14h31min

Padilha responsabiliza partidos e falta de tempo por ausência de mulheres no Ministério

Padilha com Temer, na reunião ministerial: a chefe de Gabinete da Presidência é uma mulher

Padilha com Temer, na reunião ministerial: a chefe de Gabinete da Presidência é uma mulher


EVARISTO SA/AFP/JC
Patrícia Comunello
O ministro-chefe da Casa Civil, o gaúcho Eliseu Padilha (PMDB-RS), listou, nesta sexta-feira (13), duas justificativas para não ter nenhuma mulher em postos de ministro no primeiro escalão do presidente interino Michel Temer. 
Padilha responsabilizou os partidos por não terem indicado candidatas às vagas e a falta de tempo para compor a equipe. Mas lembrou que a chefia de gabinete de Temer está nas mãos de uma mulher. Neste caso, a servidora Nara de Deus Vieira, que antes estava na chefia da Vice-Presidência. 
"A composição atendeu às sugestões dos partidos que estão na base de apoio", alegou o ministro da Casa Civil, que emendou citando o pouco tempo para montar a equipe.
"Soubemos que o governo anterior ia terminar ontem de manhã (nessa quinta-feira, quando o Senado votou o afastamento da presidente Dilma Rousseff). Não teve tempo. Tentamos de várias formas, em várias funções buscar mulheres, mas, por razões que não vêm ao caso discutir, não deu", explicou ainda Padilha. "Mas a chefe de gabinete do presidente da República é mulher." 
Padilha, um dos homens fortes da equipe de Temer, prometeu que "vamos trazer mulheres". Neste caso, o gaúcho disse que o grupo feminino deve ocupar postos em pastas que antes tinham status de ministério e agora não tem mais, mas que, segundo ele, mantêm as mesmas atribuições. "Vamos, com o presidente Michel (Temer), incrementar as solicitações para que os partidos tragam mulheres para postos que terão relevância como ministérios".
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Comentários
Silvio José de Almeida 14/05/2016 10h56min
A mulher tem sido exageradamente exaltada por influencia da mídia e outros interesses diversos, e isto tem colocado a mulher fora da realidade, gerando um comportamento de competição e de desigualdade. Para o Estado, não importa o gênero e sim a capacidade e a competência. Porém, não podemos deixar de salientar, sem qualquer tipo de preconceito, que as mulheres tem demonstrado estar em conflito com o homem e praticado inconvenientes junto à gestão pública.n