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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de maio de 2016. Atualizado às 22h52.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 31/05/2016. Alterada em 30/05 às 18h34min

Mulheres e um mercado feito para elas

Simone Leal Kosmalski
Após 84 anos da conquista do voto feminino, fato resultado de uma luta iniciada no fim do século XIX, celebramos os 5 milhões de mulheres que alçam voos na gestão de seus negócios e representam 8% da população feminina do País. Esse foi o resultado de um estudo feito pela Serasa Experian, que também destacou que 43% dos donos de negócios do País são mulheres, e 57% são homens. Isso no mundo corporativo em geral, pois no setor de TI os números ainda precisam subir. Dos mais de 580 mil profissionais de TI que atuam no Brasil, apenas 20% são mulheres, conforme divulgou a Pnad. Com um mercado mais dinâmico e atraente e com os browsers, a internet e o mundo mobile modernizando a TI, o profissional precisa ter, além de uma visão sistêmica do negócio e raciocínio lógico, características como sensibilidade, capricho, beleza, entre outras qualidades usualmente femininas. Capazes de desenvolver minuciosos e criativos aplicativos, por exemplo, as mulheres burlaram a monotonia da programação em mainframes, com terminais monocromáticos, algo que sugeria ser necessário somente raciocínio lógico, visão de sistema, cálculos matemáticos.
Como a questão é cultural, grande parte das mulheres ainda não percebeu seu talento para o segmento de TI, ou por desconhecer a abrangência e o dinamismo das atividades, ou por nem sequer cogitarem a profissão. O que muitos não sabem é que a importância das mulheres na história da tecnologia passa por nomes como Ada Lovelace, responsável pelo desenvolvimento do primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina, e Grace Hopper, a criadora daquele que é considerado o primeiro software de computador.
Ainda que seja difícil traçar uma regra geral, as mulheres têm a seu favor a essência guerreira que carregam no DNA e devem se permitir experimentar outras áreas em busca de novos desafios.
Conselheira fiscal no Seprorgs
 
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