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Porto Alegre, domingo, 22 de maio de 2016. Atualizado às 22h44.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 23/05/2016. Alterada em 22/05 às 21h22min

Difíceis escolhas

Miki Breier
Uma das expressões mais emblemáticas do filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980) é aquela em que afirma que o ser humano está "condenado a ser livre". Em um primeiro momento, parece uma absurda contradição. Mas, com explicação, passa a ter sentido.
Todos os dias, temos que tomar decisões, desde as mais singelas até as mais complicadas. Inclusive não decidir já é uma escolha. Daí a condenação à liberdade.
Sair da cama assim que o despertador toca ou aproveitar mais cinco minutos na cama quente? Ir pelo mesmo caminho de todos os dias para o trabalho ou seguir a sugestão do aplicativo que nos tira do congestionamento e nos empurra por ruas até então desconhecidas?
Almoçar com os colegas ou adiantar um ofício que nos aguarda no trabalho? Voltar direto para casa ou filar um café na mãe ou na casa de um amigo?
Algumas pequenas decisões podem mudar pouco ou quase nada na nossa história e nas das pessoas que nos rodeiam. Outras, porém, podem ser vitais.
Um refugiado sérvio só consegue salvar uma pessoa e, então, precisa escolher entre a mulher ou o filho. Aceitar uma nova proposta de emprego, cadastrar-se para ser doador de medula, concorrer a um cargo público, denunciar formalmente algo que consideramos errado ou puxar o gatilho para salvar uma vida são decisões que não podemos terceirizar e que podem mudar completamente a nossa trajetória.
Dialoga, pede conselhos, exercita a leitura. Mas não esqueça: a decisão é tua!
Secretário do Trabalho e do Desenvolvimento Social
 
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