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Porto Alegre, quinta-feira, 19 de maio de 2016. Atualizado às 23h29.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 20/05/2016. Alterada em 19/05 às 21h31min

Momento do consumidor

Ricardo Antunes Sessegolo
O mercado imobiliário passa por um momento de baixa. Depois de anos de expansão acelerada, o setor, assim como todos ou outros no País, está sentindo os efeitos do quadro econômico (e político) complicado que estamos vivenciando.
Juros elevados, aumento do desemprego e queda da confiança levam consumidores e empresários a adiar suas decisões de consumo e investimento.
Entretanto, segundo os analistas, trata-se de uma situação conjuntural, e não de uma patologia estrutural do mercado imobiliário; e, portanto, tão logo a economia se recupere, voltará a se movimentar. Até porque o déficit habitacional - da ordem de mais de 5,4 milhões de unidades - está muito longe de ser solucionado. Ao mesmo tempo, em Porto Alegre, devido às dificuldades para a aprovação de projetos na prefeitura, não ocorre o problema da "superoferta" de imóveis verificado em outras regiões do País.
Tanto que, de 2013 para cá, a oferta de imóveis novos vem diminuindo e encontra-se atualmente em 3.446 unidades, segundo a Pesquisa do Mercado Imobiliário do Sinduscon-RS - um patamar extremamente baixo para uma cidade do tamanho de Porto Alegre.
Diante de tal cenário, uma atitude inteligente por parte do consumidor seria a de aproveitar esse momento de oferta restrita e de preços mais moderados, promoções e aumento do seu poder de barganha para realizar o sonho da casa própria ou investir para garantir uma fonte sólida de retorno para os próximos anos. Mais do que nunca, esse é o momento do consumidor.
Presidente do Sinduscon-RS
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