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Porto Alegre, quinta-feira, 12 de maio de 2016. Atualizado às 02h07.

Jornal do Comércio

Opinião

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artigo

Notícia da edição impressa de 12/05/2016. Alterada em 11/05 às 19h46min

A vida segue, com "movimentos sociais"

Marcelo Nitschke
É, meus amigos. Delcídio Amaral já não é mais senador. Foi cassado, meio que às pressas, é verdade, na sessão do Senado Federal de terça-feira. O mesmo deve acontecer com a presidente Dilma Rousseff (PT). Se bem que, no caso dela, o afastamento ainda é temporário, 180 dias, para julgamento do processo de impeachment.
Se alguém, por acaso, imaginar que estes fatos trarão alguma paz, alento ou esperança à nação brasileira, está redondamente enganado. Na terça-feira, os "tais movimentos sociais" que só representam eles mesmos promoveram interrupções de estradas, passeatas, gritos (com as tais "palavras de ordem") etc.
Tudo em nome de uma "democracia" que só eles mesmos entendem, já que, na visão da grande maioria dos brasileiros, não passam de baderneiros, que até agora vinham sendo mantidos com recursos públicos, vide MTST, MST, UNE, e sindicatos, entre outros tantos.
E olhem, as coisas vão piorar, pois, mesmo que o novo governo corte imediatamente a cedência de recursos para estas entidades (a despetização do governo), eles não vão parar. Ao contrário, vão fazer o legal e o ilegal tentando coagir uma sociedade inteira em favor da manutenção do desastrado mandato de Dilma.
E nós, meros mortais e verdadeiramente trabalhadores, teremos de tentar levar a vida no meio do verdadeiro caos que foi prometido.
Escritor e repórter fotográfico
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