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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de maio de 2016. Atualizado às 22h53.

Jornal do Comércio

Geral

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Educação

Notícia da edição impressa de 31/05/2016. Alterada em 30/05 às 22h53min

Alunos e professores protestam contra a terceirização no Estado

Estudantes participaram de ato em frente ao Palácio Piratini

Quase 200 escolas estaduais estão ocupadas no Rio Grande do Sul


FREDY VIEIRA/JC
Isabella Sander
Alunos, professores e simpatizantes da rede estadual de ensino do Rio Grande do Sul se posicionaram ontem, desde as 10h, em frente ao Palácio Piratini. Em ato coordenado pelo Cpers/Sindicato, a comunidade escolar protestava contra o Projeto de Lei (PL) nº 44/2016, de autoria do Poder Executivo. Se aprovada, a proposta, que foi tema de audiência pública na Assembleia Legislativa durante a tarde, permitirá que o governo do Estado faça parcerias com pessoas jurídicas de direito privado, repassando verbas para essas organizações sociais para que realizem projetos em atividades dirigidas ao ensino, à pesquisa científica, ao desenvolvimento tecnológico, à gestão, proteção e preservação do meio ambiente, à ação social, ao esporte, à saúde e à cultura.
Segundo a presidente do Cpers, Helenir Schürer, o PL gera a privatização das escolas, pois terceiriza o serviço público. "A lei é estranha, porque permite às organizações sociais assumirem diversas questões que refletem na sociedade e dentro da nossa comunidade escolar, mas também determina que as entidades não poderão ter fins lucrativos", relata.
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