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Porto Alegre, segunda-feira, 23 de maio de 2016. Atualizado às 22h50.

Jornal do Comércio

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Educação

Notícia da edição impressa de 24/05/2016. Alterada em 23/05 às 21h34min

Reunião termina sem avanços, e professores estaduais mantêm greve

Vieira da Cunha reassumiu a pasta depois de duas semanas de férias

Vieira da Cunha reassumiu a pasta depois de duas semanas de férias


MARCO QUINTANA/JC
Suzy Scarton
A segunda reunião entre o Cpers/Sindicato, que representa os professores estaduais, e o governo terminou, novamente, sem acordo. Ao argumentar que o Estado não tem nem condições de pagar a folha de pagamento em dia, o secretário da Educação, Vieira da Cunha, negou qualquer possibilidade de reajuste salarial. Além disso, a retirada do Projeto de Lei (PL) nº 44/2016, que dá brecha à privatização das escolas públicas, exigida pelos professores e também pelos alunos que ocupam mais de 120 escolas gaúchas, tampouco foi confirmada.
Um novo encontro está marcado para o dia 31, quando o governo deverá apresentar propostas por escrito, uma exigência da categoria. "Tivemos avanços, a pauta dos professores não se limita ao reajuste salarial. O secretário da Casa Civil, Márcio Biolchi, já assumiu o compromisso de não pedir urgência da votação do PL nº 44/2016 e de amadurecer o debate sobre o assunto", ponderou Vieira da Cunha.
Para a presidente do Cpers, Helenir Schürer, somente a retirada do projeto será suficiente. Além disso, quanto à questão salarial, a presidente considera que não houve avanço. "Dissemos que queremos uma proposta. Crise não é motivo. O governo tem que valorizar os educadores", argumentou.
Quanto às ocupações das escolas, Vieira da Cunha afirmou que tratará da questão com diálogo. "Recebemos esse movimento construtivamente. A partir de amanhã (hoje), irei ao encontro dos estudantes para me informar sobre a pauta e mostrar a eles o que o governo tem feito", garantiu.
Vieira da Cunha reassumiu a pasta ontem, depois de duas semanas de férias. O secretário negou que o pedido de demissão que antecedeu o período tenha a ver com uma possível candidatura à prefeitura da Capital. "Expus ao governador (José Ivo Sartori) os motivos, mas faz parte do passado, uma vez que ele não aceitou." A questão da candidatura será resolvida até 2 de junho e há reuniões marcadas com o prefeito José Fortunati, com o deputado Pompeo de Mattos, presidente do PDT-RS, e com o próprio Sartori.
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