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Porto Alegre, quinta-feira, 12 de maio de 2016. Atualizado às 02h09.

Jornal do Comércio

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Trânsito

Notícia da edição impressa de 12/05/2016. Alterada em 12/05 às 01h05min

Obras da Wenceslau podem ser concluídas neste mês

Trecho duplicado fica entre a Diário de Notícias e a Castro de Menezes

Trecho duplicado fica entre a Diário de Notícias e a Castro de Menezes


FREDY VIEIRA/JC
Jessica Gustafson
As obras de duplicação da avenida Wenceslau Escobar, na zona Sul da Capital, devem ser concluídas ainda no final deste mês. A previsão é do secretário Municipal de Obras e Viação, Rafael Fleck. O prazo inicial para a finalização da obra era dezembro do ano passado, mas as fortes chuvas atrasaram o andamento. De acordo com ele, a prefeitura atua na intervenção apenas como fiscalizador por se tratar de uma obra de contrapartida da Goldsztein. "Esse serviço se refere a um empreendimento feito há 15 anos, mas que o município resgatou. A execução é de responsabilidade da empresa", afirma Fleck.
Quando terminada a obra, a via passará a ser composta por duas pistas com 9,5 m de largura, com três faixas de rolamento por sentido de tráfego, divididas por um canteiro central. O investimento total é de aproximadamente R$ 3,6 milhões. Além da duplicação em um trecho de 350 m da avenida, entre a avenida Diário de Notícias e a rua Castro de Menezes, estava prevista a construção de uma ciclovia e de uma rede adutora de água do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae). A faixa para ciclista já foi executada no sentido Centro-bairro, que está totalmente concluído, incluindo o asfalto e o calçamento. "Neste momento, aguardamos o término do trabalho que está sendo realizado pelo Dmae. Quando isso ocorrer, será iniciado o asfaltamento do sentido bairro-Centro e o meio-fio. Acreditamos que esta parte será feita em menos de 20 dias", diz.
Para o secretário, a liberação da faixa dupla no sentido Centro-bairro já melhorou consideravelmente o fluxo de veículos na região, demonstrando a importância da duplicação. "Ainda teremos uma segunda fase do projeto, que será da Castro de Menezes até a Copacabana. No momento, não podemos prever o início, pois a contrapartida será outra, e a prefeitura ainda está discutindo o serviço", completa.

Corredor da João Pessoa só deve ficar pronto em 2017

Iniciado em setembro de 2012, o corredor do sistema BRT da avenida João Pessoa só deve ficar pronto em dezembro de 2017. Faltando 40% dos trabalhos, a obra, uma das mais problemáticas do pacote de mobilidade da Copa de 2014, foi novamente paralisada nesta semana e deve ser retomada somente em setembro. Uma das empresas integrantes do consórcio vencedor da concorrência encontra-se em processo de recuperação judicial, e não houve interesse nem do município nem do grupo executor pela permanência do contrato. De acordo com o engenheiro Rogério Baú, coordenador técnico das obras de mobilidade urbana da Secretaria Municipal de Gestão de Porto Alegre, a Procuradoria-Geral do Município está trabalhando na rescisão do contrato para que, em junho, seja lançada uma nova licitação do serviço.
"Estamos calculando o orçamento dos 40% de obra restante. A licitação deve levar uns 60 dias para ser feita e, em setembro, deveremos ter a nova empresa que continuará a intervenção. O prazo de conclusão é dezembro de 2017. Esta não é uma avenida fácil de trabalhar, pois tem muitas vias importantes, como a Ipiranga e a Venâncio Aires. Precisamos ter frentes de trabalho, sem o bloqueio total para viabilizar o fluxo de veículos", explica o engenheiro. As duas outras grandes avenidas em que foi construído corredor semelhante também apresentavam essa característica. Mesmo assim, o da Protásio Alves já foi finalizado e o da Bento Gonçalves deve ficar pronto em junho.
Para Baú, outros entraves prejudicaram ainda mais a obra, como a falta de areia para a pavimentação - por um semestre o insumo não foi fornecido - e as fissuras que aparecerem nas placas de concreto. "Isso aconteceu em apenas 1,5% das placas, mas o município exigiu que elas fossem corrigidas antes da abertura de uma nova frente de trabalho pela empresa construtora", relata. Em 2014, a intervenção também ficou parada devido à análise de um aditivo no contrato que envolvia a necessidade de mais itens de sinalização. Até o momento, 1.920 metros já foram finalizados e estão em situação de uso, com o tráfego normal de ônibus. Não há nenhum desvio na região, e o fluxo de veículos está normal.
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