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Porto Alegre, quarta-feira, 01 de junho de 2016. Atualizado às 14h40.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

31/05/2016 - 13h32min. Alterada em 01/06 às 14h41min

Agricultores ocupam prédio da superintendência do Ministério da Agricultura em Porto Alegre

 A Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag-RS) realiza a 22ª edição do Grito da Terra Brasil. Os manifestantes restringiram o acesso ao Centro Administrativo durante a manhã, e logo depois tomaram a sede do Ministério da Agricultura.

Trabalhadores rurais ocuparam prédio do Mapa na manhã desta terça-feira


FREDY VIEIRA/JC
Um grupo de agricultores vinculado à Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag-RS) ocupou por algumas horas nesta terça-feira (31) o prédio da superintendência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Estado. O grupo é contra o fechamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que foi transformado em uma secretaria especial, vinculada à Casa Civil, pelo presidente interino Michel Temer (PMDB).
O ato faz parte da 22ª edição do Grito da Terra Brasil. Organizado pela Fetag-RS, o movimento no Rio Grande do Sul este ano tem como tema "Para nossa permanência no meio rural: Terra, Saúde, Educação e Previdência Social" e reinvindica ainda um programa estadual de reforma agrária e regularização fundiária, ações de fortalecimento da agricultura familiar, melhoria da infraestrutura no meio rural e programas de educação no campo, entre outras pautas.
O movimento reúne este ano um grupo estimado de três mil trabalhadores rurais em Porto Alegre, que se concentrou pela manhã em frente ao Centro Administrativo Fernando Ferrari. De lá, os agricultores saíram em caminhada em direção à sede do Mapa.
Representantes da Fetag-RS se reuniram ainda no final da manhã com o governador José Ivo Sartori (PMDB). No encontro, Sartori entregou documento, respondendo às demandas da Fetag junto ao Governo do Estado, e comentou a reivindicações do setor: "As pautas trazidas pelos agricultores através da Fetag são legítimas, verdadeiras e oportunas. Mostram que têm questões urgentes e representativas da agricultura familiar em áreas de interesse de toda a sociedade, como saúde, ambiente e educação, além da política de fomento produtivo e desenvolvimento rural sustentável".
O encerramento do Grito da Terra está previsto para ocorrer às 15h, na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini.
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