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Porto Alegre, terça-feira, 31 de maio de 2016. Atualizado às 08h03.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

31/05/2016 - 08h03min.

Bolsa de Tóquio fecha em alta com dólar forte e avanço na produção industrial

A Bolsa de Tóquio fechou em alta nesta terça-feira (31) diante da continuidade da fraqueza do iene em relação ao dólar - o que beneficia empresas exportadoras -. Contribuiu ainda para os ganhos, o aumento da produção industrial do Japão, que subiu pelo segundo mês seguido.

O Nikkei, índice que reúne as empresas mais negociadas na capital do Japão, avançou 1,0%, a 17.234,98 pontos.

Após um rali na segunda-feira, o mercado acionário de Tóquio chegou a um ponto onde ele pode avançar ainda mais, disse Masayuki Kubota, chefe estrategista da Rakuten Securities. O próximo ponto de resistência do Nikkei está no 17.572,00 pontos, disse ele.

Enquanto todos os olhos estão agora na decisão do governo sobre um possível adiamento no aumento do imposto sobre as vendas planejadas - previsto para abril de 2017 - o mercado já precificou a possibilidade de um outro atraso, apontam analistas. O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, anunciará sua decisão nesta quarta-feira.

"O foco é saber se Abe vai mencionar um estímulo fiscal e o seu tamanho", disse Yusuke Sakai, um operador sênior da Asset Management T&D. "Um estímulo de cerca de 5 trilhões de ienes é provável que venha como uma decepção porque os agentes do mercado esperam que seja perto de 10 trilhões", acrescentou. A mídia local informou que um orçamento suplementar provavelmente ficará entre 5 trilhões de ienes e 10 trilhões de ienes.

Entre os indicadores, destaque para a produção industrial do Japão, que subiu pelo segundo mês seguido em abril, de acordo com dados divulgados pelo governo nesta terça-feira (no horário local). Os números apresentaram recuperação, apesar dos danos nas cadeias de fornecimento em decorrência de terremotos.

A produção subiu 0,3% em abril na comparação com o mês anterior, seguindo um crescimento de 3,8% em março, informou o Ministério da Economia, Comércio e Indústria. Economistas esperavam um recuo de 1,5%, de acordo com uma pesquisa conduzida pelo Wall Street Journal. O dado beneficia as empresas em geral.
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