Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 24 de maio de 2016. Atualizado às 08h29.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

24/05/2016 - 08h30min.

Bolsas europeias operam em alta, impulsionadas por bancos e mineradoras

As bolsas europeias operam em alta, recuperando-se de perdas no início do pregão, em meio ao bom desempenho de ações dos setores financeiro e de mineração e a desvalorização do euro, que ajuda as exportadoras, mas a recente fraqueza do petróleo e incertezas sobre a perspectiva dos juros nos EUA permanecem no radar.

Por volta das 7h30min (de Brasília), destacavam-se em Milão bancos como o Banca Monte dei Paschi di Siena (+3,4%) e o UniCredit (+1,7%). Já em Londres, as mineradoras se sobressaíam, caso da Glencore (+0,93%), da BHP Billiton (+0,33%) e da Rio Tinto (+0,64%).

Os indicadores europeus do dia, que hoje se concentraram na Alemanha, vieram mistos.

O PIB alemão cresceu 0,7% no primeiro trimestre ante os três meses anteriores e avançou 1,6% na comparação anual, confirmando estimativas preliminares divulgadas no meio do mês. O índice alemão ZEW de expectativas econômicas, por sua vez, caiu para 6,4 em maio, de 11,2 em abril, frustrando a expectativa de avanço no indicador e contribuindo para manter o euro fraco.

Antes mesmo do ZEW, o euro já havia tocado o menor nível em oito semanas durante a madrugada, diante da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) volte a elevar juros em junho ou julho, como sugeriram vários dirigentes da instituição desde a semana passada.

Ontem, o presidente da distrital do Fed na Filadélfia, Patrick Harker, afirmou que "pode facilmente prever" o BC norte-americano elevando juros duas ou três vezes este ano, possivelmente a partir de junho.

Um evento de destaque na Europa hoje é uma reunião dos ministros de Finanças da zona do euro, que deverão discutir opções de alívio para a dívida da Grécia. Atenas tem grandes dívidas a saldar em julho.

Às 7h50min de (Brasília), os ganhos eram generalizados nas principais bolsas da Europa: Londres avançava 0,76%, Paris subia 1,45% e Frankfurt tinha alta de 0,94%. Entre mercados conhecidos como periféricos, Madri, Milão e Lisboa tinham valorização de 1,15%, 1,64% e 0,57%, respectivamente.

No câmbio, o euro recuava a US$ 1,1180, de US$ 1,1221 no fim da tarde de ontem, após chegar a ser negociado mais cedo a US$ 1,1168.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia