Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 19 de maio de 2016. Atualizado às 23h29.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

trabalho

Notícia da edição impressa de 20/05/2016. Alterada em 19/05 às 22h38min

Metalúrgicos rejeitam proposta de acordo da GM

Demitidos aprovaram o envio de contraproposta à montadora

eco Metalúrgicos da GM rejeitam acordo crédito divulgação Sinmgra


SINMGRA /DIVULGAÇÃO/JC
Em assembleia realizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí (Sinmgra) nesta quinta-feira, cerca de 125 trabalhadores demitidos da unidade da General Motors do município rejeitaram a proposta de acordo encaminhada pela montadora na audiência realizada no início da semana no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT/RS). Ainda durante o encontro, os trabalhadores aprovaram uma contraproposta de até R$ 12 mil que será levada para conhecimento do tribunal.
"O sindicato está lutando pelos direitos destes companheiros que se dedicaram muito pelo crescimento da GM em nossa cidade. Eles merecem que a empresa reconheça isso e lhes dê condições de começar uma nova etapa em suas vidas com as compensações financeiras devidas", aponta o presidente da entidade sindical, Valcir Ascari. Conforme o diretor jurídico, Edson Dorneles, o sentimento dos trabalhadores em relação à GM é de profunda decepção e frustração, uma vez que não houve consideração com as pessoas que geraram muitos lucros para a multinacional. "Entendemos que a justiça para o caso seria o cancelamento de todas as demissões", declara Dorneles.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia