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Porto Alegre, quinta-feira, 19 de maio de 2016. Atualizado às 23h30.

Jornal do Comércio

Economia

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Agronegócios

Notícia da edição impressa de 20/05/2016. Alterada em 19/05 às 22h15min

Produção de citros toma impulso no Vale do Caí

 Caixa de 25 quilos de bergamota é comercializada ao preço de R$ 25,00, mas tendência é de queda

Caixa de 25 quilos de bergamota é comercializada ao preço de R$ 25,00, mas tendência é de queda


IVAN DE ANDRADE/PALÁCIO PIRATINI/JC
Com o encerramento da colheita da Satsuma, bergamota de origem japonesa e sem sementes, inicia a safra da bergamota Caí, do grupo das comuns, já com 5% das frutas colhidas. De acordo com o Informativo Conjuntural elaborado pela Emater/RS-Ascar, a comercialização de frutas cítricas provenientes do Vale do Caí toma impulso, e a caixa de 25 quilos é vendida ao preço médio de R$ 25,00, considerado muito bom pelos citricultores. Com o aumento do volume colhido, a tendência é de redução do preço. A abertura oficial da safra de citros do Rio Grande do Sul acontece na próxima quarta-feira, em Montenegro, tradicional município produtor de citros do Estado.
As chuvas ocorridas na primavera e verão, fase de crescimento das frutas, resultaram na disseminação da pinta preta, doença fúngica que afeta as bergamotas Caí e Montenegrina, mais tardia, que está com as frutas em desenvolvimento. Já a Ponkan recém-iniciou a colheita, com 1% das frutas colhidas, com os citricultores recebendo R$ 29,00 a caixa.
Entre as laranjas, começou a colheita do Umbigo Bahia e da Shamouti. A laranja Céu Precoce, em colheita desde a segunda quinzena de abril, é uma fruta cítrica com pouca acidez; a laranja de umbigo Bahia é a laranja para consumo ao natural por excelência; e a Shamouti tem duplo propósito, para suco e para o consumo ao natural. A Shamouti, de origem israelense, apresenta alto percentual de suco e é muito saborosa, além de ser resistente ao cancro cítrico. Por essas características, a área de cultivo no Vale do Caí tem aumentado.
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